Quartas de final
Chegamos às quartas de final com um time que conseguimos escalar e com um padrão de jogo definido. Se não é muito, é mais do que muitos times possuem até aqui, e do que possuíamos mas últimas duas temporadas.
Neymarra
Rapidamente queria dizer que não suporto o Neymar. Nem como pessoa, nem como jogador. Aliás, como gostaria de ver a seleção sem o mala... Quando Medel pisou nele no amistoso, triste, confesso que aplaudi o chileno. Espero um dia, num futuro sem Neimares, Galvões e Dungas, poder curtir de novo a seleção.
Paraná no Couto e Paratiba Melancólico
O clássico foi um lixo. Fora de campo, fico feliz pela postura amistosa de nossos dirigentes para com o Paraná. Ver o Paraná mandar jogos no Couto, será uma bela oportunidade de reviver aquelas clássicos memoráveis dos anos 90. Casa cheia, três anéis inteiros tomados pela torcida rival. Barulho, festa e emoção! Bem que a diretoria poderia liberar os jogos do Paraná para sócios Coxas assistirem "quietos" em algum setor não acham? Eu iria.
Kill-kill sem Atletiba
O Atlético tinha time e camisa pra se classificar, porém, o desprezo da diretoria pelo estadual chegou aos gramados. Como cobrar dos atletas que coloquem suas canelas em risco por um campeonato que seu presidente afirma e reafirma, não valer nada? Triste não termos mais atletibas estaduais, até porque é a única coisa que me motiva regionalmente. Vencer os Atletibas é mais importante que vencer o título, eis que esta disputa está mais acirrada que a de número de troféus. Vejamos se o torneio da morte também será desprezado pelo pessoal do Privadão.
Alex no Palmeiras
Alex nasceu aqui, mas foi feliz em outros lugares, fazendo felizes outras torcidas. Não só por conta da miséria financeira nossa, mas também por vontade do próprio atleta. Nada mais justo que clubes que mais dele receberam, mais a ele retribuam.
Sobre o autor
Ao chegar em Curitiba em 1973, o migrante Otacílio Pereira Melo, oriundo de Guanambi-BA, poderia ter escolhido qualquer time para torcer. Mas o Campeão Paranaense e do torneio do Povo daquele ano, que tinha em seu elenco Aladim, Jairo, Zé Roberto, além de capitão Hidalgo, o escolheu primeiro. Nascia uma história de amor.
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
Sobre o blog
O presente Blog é feito de textos, opiniões e debates frutos da luta constante entre a razão e a emoção. Razão que tenta explicar e compreender o futebol com argumentos ponderados, estatísticos, lógicos; enquanto a emoção simplesmente quer gritar, rir e pular nas vitórias, chorar nas derrotas, sem qualquer preocupação com o motivo, o contexto, ou a justiça do resultado. Que vê qualquer jogo que passa na T.V., que assiste todos os programas esportivos, que ama o futebol e ainda mais o Verdão, que suporta um turbilhão de emoções por conta do que alguns consideram apenas um simples jogo e ainda consegue justificar racionalmente este sofrimento: este Blog é pra Você!
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