Reclamando de barriga cheia.
E digo mais, nós é que estamos de saco cheio e há anos sofrendo por nossas escolhas infelizes. Marcelo Oliveira, Alecsandro, Anderson, Galdezani chegaram há pouco tempo, e não podem ser em curto prazo condenados por décadas de insucessos e agruras.
Pensemos um pouco antes de oscilarmos tanto rodada a rodada. Como aguentam ir do céu ao inferno em três dias?? É esse eterno chico e essa ejaculação precoce da torcida a grande geradora de canceres como Bacellar, Medinas, Barakas, Hauers, Andrades, Edinhos, e tantos outros.
Sobre o jogo, foi injusto o resultado obtido pelo time coxa-branca em Goiás. Um empate teria sido mais apropriado. Dois tempos distintos, porém, no segundo, o Atletico – que, pasmem os senhores também queria ganhar - pressionou o Coritiba e um detalhe determinou a sorte do jogo.
É flagrante a melhora do time, tanto no arranjo tático como no empenho. Não é possível que você, irresponsavelmente, que há uma semana exaltava o “time d’alma guerreira” quando da vitória dentro Morumbi já esteja chamando-o de mercenário formado por bananas. Quanta bipolaridade.
Para finalizar, serei grosseiro como a maioria de nós é dentro do estádio à beira do gramado: para quem estava há poucas rodadas na zona maldita e com lama até à boca, é muito cedo pra começar a abri-la para choramingar como mimados piás de prédio.
Sobre o autor
Ao chegar em Curitiba em 1973, o migrante Otacílio Pereira Melo, oriundo de Guanambi-BA, poderia ter escolhido qualquer time para torcer. Mas o Campeão Paranaense e do torneio do Povo daquele ano, que tinha em seu elenco Aladim, Jairo, Zé Roberto, além de capitão Hidalgo, o escolheu primeiro. Nascia uma história de amor.
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
Sobre o blog
O presente Blog é feito de textos, opiniões e debates frutos da luta constante entre a razão e a emoção. Razão que tenta explicar e compreender o futebol com argumentos ponderados, estatísticos, lógicos; enquanto a emoção simplesmente quer gritar, rir e pular nas vitórias, chorar nas derrotas, sem qualquer preocupação com o motivo, o contexto, ou a justiça do resultado. Que vê qualquer jogo que passa na T.V., que assiste todos os programas esportivos, que ama o futebol e ainda mais o Verdão, que suporta um turbilhão de emoções por conta do que alguns consideram apenas um simples jogo e ainda consegue justificar racionalmente este sofrimento: este Blog é pra Você!
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