RodriGol
Como a cerveja, estou de volta! Pra tristeza de muitos, raiva de todos, e alegria de poucos, estou de volta.
"Mas você não tinha ido embora cuidar da familia, e blá-blá-blá?"
Mentira! Calúnia! Fake News!
Brincadeiras à parte, a emoção mais uma vez venceu a razão. Talvez no fundo eu já soubesse que voltaria, apenas antecipei o inevitável, evitando assim voltar junto com o Coxa para Série A e ser alcunhado de modinha.
Ainda mais agora que dá pra tomar uma gelada ( e pelo preço tem de ser uma só mesmo), porque, vocês hão de convir comigo: beber lá fora e não tomar ao menos uma durante 90 minutos, dá um sono, uma "lumbra"... Uma coisa chata que vai entristecendo o caboclo, tal qual fim de churrasco.
A cerveja voltou ao local de onde nunca deveria ter saído. Quem tem de sair do estádio são os arruaceiros, os bandidos psicopatas travestidos de torcedores. Resolvi voltar agora também para aproveitemos enquanto não liberam as armas dentro dos estádios, pra que o cidadão de bem possa se defender dos juízes ladrões, dos comandos organizados e das entradas criminosas.
Mas eu voltei - como o título anuncia - pra falar dele que tem sido o destaque do time coxa-branca: RodriGol!
RodriGol é o centro-avante típico, camisa '9'. Cara que faz a parede, segura os zagueiros e o mais importante, mete a bola pra dentro. Espadaúdo, troncudo, mistura de Tuta com Adriano Imperador e Drogba, ainda se dá bem quando sai da área e jogando de costas para o gol ganha tempo para o time se posicionar rumo ao ataque.
Que continue assim! Que seja o artilheiro da série B, muito de assessorado por Rafinha, um oásis de velocidade criativa no deserto seco e infértil do Alto da Glória.
Abraço a todos!
Ps. ainda não reativei meu plano de sócio, devo fazê-lo entre hoje e 2a feira.
Sobre o autor
Ao chegar em Curitiba em 1973, o migrante Otacílio Pereira Melo, oriundo de Guanambi-BA, poderia ter escolhido qualquer time para torcer. Mas o Campeão Paranaense e do torneio do Povo daquele ano, que tinha em seu elenco Aladim, Jairo, Zé Roberto, além de capitão Hidalgo, o escolheu primeiro. Nascia uma história de amor.
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
Sobre o blog
O presente Blog é feito de textos, opiniões e debates frutos da luta constante entre a razão e a emoção. Razão que tenta explicar e compreender o futebol com argumentos ponderados, estatísticos, lógicos; enquanto a emoção simplesmente quer gritar, rir e pular nas vitórias, chorar nas derrotas, sem qualquer preocupação com o motivo, o contexto, ou a justiça do resultado. Que vê qualquer jogo que passa na T.V., que assiste todos os programas esportivos, que ama o futebol e ainda mais o Verdão, que suporta um turbilhão de emoções por conta do que alguns consideram apenas um simples jogo e ainda consegue justificar racionalmente este sofrimento: este Blog é pra Você!
Ver comentários (15)
