Tão chata quanto um jogo do Coxa.
Os jogos do coxa são mais chatos que as atuais corridas de fórmula um. Mais monótonos que uma partida de golfe ou de baseball. E aparenta ser tão longo quanto uma partida de tênis. Não existe toque de bola, trama, tabela... Não trocamos mais de dez passes seguidos, seja na defesa ou no ataque. Não há planejamento, calma, paciência. Não ha inteligencia; as jogadas são atropeladas, fortuitas, frutos quase sempre de erros dos adversários e raras vezes por nossa competência. Se não há tática, nem disciplina, essas que fazem um time limitado como o Leicester liderar a premier league, muito menos há talento. Somos um amontoado de limitados. Uma soma de ex-jogadores e outros que jamais o serão. Todos ali (salvo raríssimas exceções) tem muita sorte de serem profissionais, pois não passam de normais, medianos como tantos outros que ficaram pelas peneiras da vida.
Sobre o professor, melhor teria sido não contrata-lo e ter deixado Pachequinho. Pelo menos teríamos o risco revelar um novo Roger, como fez o Grêmio. Porém, é bom que fique claro, nem Guardiola tiraria coelho dessa cartola furada.
Os três homens "fortes" da diretoria resumem, ou melhor personificam os pontos "fortes" do nosso time: incompetência, inércia e enganação. Eis nossa santíssima trindade. Ou seria o tridente do diabo?
Sobre as contratações dos paraguaios, não devem ser difíceis. Basta mostrar-lhes nossa estrutura administrativa, nosso estatuto sendo discutido em uma reunião do conselho que eles se sentirão como em compras em Ciudad del Este.
Sobre o autor
Ao chegar em Curitiba em 1973, o migrante Otacílio Pereira Melo, oriundo de Guanambi-BA, poderia ter escolhido qualquer time para torcer. Mas o Campeão Paranaense e do torneio do Povo daquele ano, que tinha em seu elenco Aladim, Jairo, Zé Roberto, além de capitão Hidalgo, o escolheu primeiro. Nascia uma história de amor.
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
Sobre o blog
O presente Blog é feito de textos, opiniões e debates frutos da luta constante entre a razão e a emoção. Razão que tenta explicar e compreender o futebol com argumentos ponderados, estatísticos, lógicos; enquanto a emoção simplesmente quer gritar, rir e pular nas vitórias, chorar nas derrotas, sem qualquer preocupação com o motivo, o contexto, ou a justiça do resultado. Que vê qualquer jogo que passa na T.V., que assiste todos os programas esportivos, que ama o futebol e ainda mais o Verdão, que suporta um turbilhão de emoções por conta do que alguns consideram apenas um simples jogo e ainda consegue justificar racionalmente este sofrimento: este Blog é pra Você!
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