Tapetão já?
O CAP faz de tudo para irritar a Federação, o TJD, e a RPC, porque tem postura firme e resoluta de que é um campeonato que não vale nada. O Coxa, cada vez menor, ainda nutre algum sentimento pelo certame rural, ou tem medo de adotar a postura resoluta do co-irmão.
Eu, e já disse isso aqui tantas vezes, não tenho interesse nenhum nesse campeonato. Acompanho-o para saber como meu time estará nas competições nacionais, (enquanto ainda as disputamos) e vou ao Couto para beber e papear com meus confrades.
A decisão do TJD é no mínimo esdrúxula, ordenando que a partida de hoje (30.1.2019) seja feita com portões abertos e que nós adentremos sem o traje de praxe. Quanto amadorismo...
Quem pode interessar-se por um campeonato desses? Que emissora pode querer comprar os direitos de transmissão?
Quem em sã consciência compraria ingressos para qualquer joguinho mequetrefe, e quem iria nestes jogos se não fosse, como eu, sócio?
"Ah, mas os apaixonados querem ver o Coxa em qualquer lugar e circunstância".
Eu não. Não aguento mais ouvir falar em Liza, Helio Cury, Safira... pelo amor de Deus. Não respeito, futebolisticamente, o interior do Paraná, que é dominado pelos times do RJ, SP E RS, e seus clubes, que se submetem, por migalhas, à Federação local. E não admito nós da capital, que, no futebol, repito, somos outro estado, nos igualarmos a Toledo, Grecal e Cincão.
Mas os dirigentes da Federação são tão estúpidos que, mesmo sendo Os Atletibas os jogos que salvavam o estadual, fazem de tudo para assassiná-los. Em vez de ser transmutado, remodelado, e dele surgir uma competição regional, ou nacional, veremos os estaduais morrer agonizando, levando consigo ao túmulo seu passado glorioso.
Sobre o autor
Ao chegar em Curitiba em 1973, o migrante Otacílio Pereira Melo, oriundo de Guanambi-BA, poderia ter escolhido qualquer time para torcer. Mas o Campeão Paranaense e do torneio do Povo daquele ano, que tinha em seu elenco Aladim, Jairo, Zé Roberto, além de capitão Hidalgo, o escolheu primeiro. Nascia uma história de amor.
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
Sobre o blog
O presente Blog é feito de textos, opiniões e debates frutos da luta constante entre a razão e a emoção. Razão que tenta explicar e compreender o futebol com argumentos ponderados, estatísticos, lógicos; enquanto a emoção simplesmente quer gritar, rir e pular nas vitórias, chorar nas derrotas, sem qualquer preocupação com o motivo, o contexto, ou a justiça do resultado. Que vê qualquer jogo que passa na T.V., que assiste todos os programas esportivos, que ama o futebol e ainda mais o Verdão, que suporta um turbilhão de emoções por conta do que alguns consideram apenas um simples jogo e ainda consegue justificar racionalmente este sofrimento: este Blog é pra Você!
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