Tjd, cbf, fpf, fdp.
Eu não iria escrever nada sobre o episódio do julgamento do TJD, até porque meus companheiros de site, e até outros veículos de comunicação não tão bons quanto o nosso já abordaram à exaustão o assunto. Mas após assistir o que ocorreu ao final do jogo entre Sergipe e Botafogo-RJ, tenho que pôr para fora e dividir com vocês algumas coisas, até em caráter de desabafo.
A primeira delas é que se a gente parar pra pensar por que a gente gosta tanto de futebol, mesmo com tantos absurdos, injustiças e canalhices, a gente não encontra resposta. Sabe como quando você repete a mesma palavra tantas vezes até perder o sentido? Assim é com a nossa paixão pelo futebol.
Convido então você a se colocar no lugar do presidente do Sergipe, como eu fiz ao final do jogo. Mas antes disso, lembre-se da adrenalina do estádio. Das horas de espera, do calor da galera gritando, do seu time entrando em campo. Olhe e sinta seus pelos arrepiando, sua voz ficando rouca ao lado de outras milhares ecoando em uníssono, naquela energia absurda que só se compara ao show de sua banda favorita. Adicione à fervura alguns copos de cerveja, e o fato de que seu time, o azarão, está ganhando por um a zero do grande favorito não até os 90 minutos, mas até quase os 100. À esta altura você já está chorando, abraçando seu filho, sua mulher, seu amigo, o pipoqueiro, o desconhecido suado e sem camisa ao seu lado, até que...o outro time empata.
Pior! Empata numa jogada de escanteio, que deveria ter sido tiro de meta, quando o jogo já deveria ter sido encerrado pelo árbitro.
Não esqueça, você é mais que um torcedor, você é também o presidente do clube, que estava prestes a realizar um feito histórico, a receber uma bolada para o seu clube, a avançar de fase, calar milhões de adversários e fazer valer a pena todo esforço seu e de sua equipe ao longo de anos.
Como você reagiria?
Apenas neste final falarei sobre o julgamento do atleTiba porque é a nota que aquele episódio merece. Um ridículo circo que estenderá sua lona agora até o pleno do TJD, e até o STJD no Rio de Janeiro, onde outros palhaços togados farão de conta que trabalham, por muito dinheiro, e nos farão rir para não chorar.
Sobre o autor
Ao chegar em Curitiba em 1973, o migrante Otacílio Pereira Melo, oriundo de Guanambi-BA, poderia ter escolhido qualquer time para torcer. Mas o Campeão Paranaense e do torneio do Povo daquele ano, que tinha em seu elenco Aladim, Jairo, Zé Roberto, além de capitão Hidalgo, o escolheu primeiro. Nascia uma história de amor.
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
Sobre o blog
O presente Blog é feito de textos, opiniões e debates frutos da luta constante entre a razão e a emoção. Razão que tenta explicar e compreender o futebol com argumentos ponderados, estatísticos, lógicos; enquanto a emoção simplesmente quer gritar, rir e pular nas vitórias, chorar nas derrotas, sem qualquer preocupação com o motivo, o contexto, ou a justiça do resultado. Que vê qualquer jogo que passa na T.V., que assiste todos os programas esportivos, que ama o futebol e ainda mais o Verdão, que suporta um turbilhão de emoções por conta do que alguns consideram apenas um simples jogo e ainda consegue justificar racionalmente este sofrimento: este Blog é pra Você!
Ver comentários (21)
