Um time para ficar na Série A
Neste quesito, é possível ter sóbria animação. Tirando a triste contusão do Natanael – meu Deus, tudo é difícil para o Coxa, não é mesmo? - as partidas tem demonstrado uma evolução no conjunto.
Ok, o Paranaense não é parâmetro. Ok, os times do Paraná não representam os desafios que o Coxa vai enfrentar na temporada, mas, o posicionamento, o esquema tático e a consciência dos jogadores sobre o que têm de fazer em campo está em evolução.
Alef Manga e Régis demonstram que juntamente com Igor Paixão e Leo Gamalho estarão certamente entre os titulares, mesmo que nem em todos os jogos possamos atuar de modo tão ofensivo. Ainda mais como na partida contra o Rio Branco, em que contamos apenas com William como volante. O goleiro Rafael William caiu nas graças da torcida e da crítica, mais pela desconfiança com Muralha que por sua atuação, mas, concordo que o menino foi bem e merece mais atuações. Luizão, Bernardo e Biel entraram, o time se desconfigurou taticamente, é verdade, mas, individualmente não comprometeram.
É preciso que todos nós entendamos que, o momento é de testes, de ajustes. Não se pode exigir perfeição à esta altura. Olhando os times da Série A, além do CAP, eterno freguês e que nos garante 6 pontos na competição nacional, possuímos elenco tão bom quanto todos os times que subiram e mais uns quatro que já estavam na primeira divisão, ou seja, acredito que conseguimos lutar honrosamente por uma 10ª colocação. Lembrando sempre que minha única expectativa é que nos mantenhamos na Série A, nada além disso.
Clubes Retomam a dança das cadeiras no futebol
Ontem, dia 02 de fevereiro, os Clubes decidiram encerrar com a farsa que “proibia” a troca de treinadores por demissão. Vocês lembram que a regra proibia a demissão, mas permitia que o treinador se demitisse, o que na prática não alterava em nada a dança das cadeiras dos treinadores no Brasil.
Prefiro assim. Tem coisas que a Lei e a regra não conseguem alterar e nem devem. A permanência dos treinadores em seus cargos é algo que o mercado deve decidir, e não ser imposta por uma norma. Muito menos uma norma falaciosa como a que tínhamos até ontem.
Veja mais: https://ge.globo.com/futebol/brasileirao-serie-a/noticia/clubes-da-serie-a-decidem-acabar-com-regra-que-limitava-trocas-de-tecnicos.ghtml
Sigam-me os bons! @fernandoschumakmelo
Sobre o autor
Ao chegar em Curitiba em 1973, o migrante Otacílio Pereira Melo, oriundo de Guanambi-BA, poderia ter escolhido qualquer time para torcer. Mas o Campeão Paranaense e do torneio do Povo daquele ano, que tinha em seu elenco Aladim, Jairo, Zé Roberto, além de capitão Hidalgo, o escolheu primeiro. Nascia uma história de amor.
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
Sobre o blog
O presente Blog é feito de textos, opiniões e debates frutos da luta constante entre a razão e a emoção. Razão que tenta explicar e compreender o futebol com argumentos ponderados, estatísticos, lógicos; enquanto a emoção simplesmente quer gritar, rir e pular nas vitórias, chorar nas derrotas, sem qualquer preocupação com o motivo, o contexto, ou a justiça do resultado. Que vê qualquer jogo que passa na T.V., que assiste todos os programas esportivos, que ama o futebol e ainda mais o Verdão, que suporta um turbilhão de emoções por conta do que alguns consideram apenas um simples jogo e ainda consegue justificar racionalmente este sofrimento: este Blog é pra Você!
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