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Geração 90
Geração 90Kerwin Kuhlemann

Ídolos

No futebol, a classificação de um jogador como ídolo é muito controversa. O Ídolo não é necessariamente o jogador mais talentoso, o mais longevo, o mais aguerrido, mas talvez um pouco de cada coisa, que somado a algumas atitudes dentro e fora de campo, geram uma identificação e uma empatia singular com a torcida, ficando na memória de várias gerações.

Aqui no Blog Geração 90 iremos usar e abusar da nostalgia, relembrando jogadores e partidas memoráveis do Coritiba de um passado (nem tão) recente, sem deixar de comentar o momento atual do clube.

Recentemente, o Editorial Coxanautas lançou um desafio aos sócios do site visando eleger a seleção Coxa Branca do Século 21. Para começar a navegar na memória dos leitores, eu vou tentar ir um pouco mais além e me atrever a elencar pra vocês qual seria a minha seleção Coxa em cada uma das três últimas décadas. Vamos lá:

Década de 90
Gilberto; Reginaldo Araújo, Zambiasi, Gelson Baresi, Rubens Junior; Claudiomiro, Ademir Alcântara, Alex e Tostão; Pachequinho e Cléber. Técnico: Abel Braga

Faltou espaço para Régis, Flávio, Gralak, Struway, Mozart, João Santos, Sandoval, Luis Carlos, Basílio, Serginho Prestes, Chicão, Jetson, Brandão, Sinval e Marquinhos Cambalhota.

Década de 2000
Edson Bastos; Rafinha, Miranda, Henrique, Adriano; Reginaldo Nascimento, Tcheco, Jackson, Keirrison, Evair e Marcelinho Paraíba. Técnico: Paulo Bonamigo

Faltou espaço para: Fernando Prass, Ceará, Jeci, Roberto Brum, Carlinhos Paraíba, Marcel, Liédson, Edu Sales, Tuta, Luiz Mário, Aristizabal e Henrique Dias.

Década de 2010
Wilson, Victor Ferraz , Emerson, Pereira, Juan, Leandro Donizete, Éverton Ribeiro, Rafinha, Alex (de novo), Marcos Aurélio e Kleber. Técnico: Marcelo Oliveira

Faltou espaço para: Vanderlei, Lucas Mendes, Luccas Claro, Junior Urso, Willian Farias, Robinho, Davi, Léo Gago, Raphael Veiga, Bill, Geraldo e Deivid.

Ufa! Espero não ter esquecido de ninguém de peso...

Pelo nome do Blog, nem preciso dizer qual é a minha seleção preferida. E aí torcedor, qual é a sua?

Reparem que nestes esquadrões temos grandes jogadores, craques e alguns ídolos.

Mas mesmo entre os ídolos, considero que existem os ídolos comuns e os ídolos diferenciados, que foram além do discurso bonito, que abdicaram de coisas, e mostraram de fato seu amor pelo clube dentro e fora de campo, como foram Dirceu Kruger, Alex, e alguns mais.

Avalio que no momento atual, nosso elenco conta com dois ídolos da torcida: Wilson e Rafinha.

Rafinha está encerrando seu contrato com o clube e infelizmente parece que a negociação para manter o jogador está sendo objeto de especulações e interesses de terceiros, tomando proporções desnecessárias.

Mas a verdade é que a renovação de Rafinha só depende dele mesmo e do clube, que já sinalizou que vai fazer todo o esforço possível para mantê-lo.

Sabemos que Rafinha já é um ídolo Coxa-Branca e ninguém apagará sua linda história no clube. Resta saber se ele irá querer se manter na categoria dos comuns ou ingressar no patamar dos diferenciados.

#RenovaRafinha

Dá-lhe Coxa!!!

Saudações Alviverdes!

Sobre o autor

Kerwin Kuhlemann
Curitibano, nascido em 1986, Servidor público há 14 anos, Torcedor apaixonado pelo Coritiba desde 1993, acompanho o Coxanautas desde 1998 quando ganhei meu primeiro PC. No entanto, só me tornei sócio Coxanautas recentemente, muito em razão das novas iniciativas do site, que propiciaram um contato mais próximo ao público que acompanha o site. Tenho extremo prazer em ler, comentar e assistir conteúdos voltados ao futebol, em especial ao Coritiba. Também sou fã da Premier League, que acompanho bem de perto desde 2004. Tenho uma especial admiração pela história do clube e pelo grupo Helênicos.

Sobre o blog

Nesse espaço vou elaborar análises a respeito do momento atual do Coritiba, fazendo referências a fatos e personagens que fizeram parte do Coritiba a partir da década de 1990. Também vou trazer conteúdo focado em uma geração de torcedores resilientes, que não presenciaram a época áurea e mais vitoriosa do clube, mas que mesmo diante de momentos de muita dificuldades, nunca perderam o amor incondicional pelo maior e mais tradicional clube de futebol do Estado do Paraná.
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