O mesmo veneno
- O time visitante marca um gol no início da partida, em falha gritante da defesa.
- Após o gol, a equipe visitante passa a marcar com todos os jogadores atrás da linha da bola, povoando a meia cancha sem dar espaço para o adversário.
- Com a pressão da torcida, o time da casa fica nervoso e, com isto, cada vez erra mais.
- Vivendo de contra-ataques, o visitante cria algumas chances de gol que são desperdiçadas.
- Os visitantes gastam o tempo com trocas de passes na defesa, enervando ainda mais a torcida e, conseqüentemente, o time da casa.
- No final do jogo, o time da casa exerce muita pressão mas não consegue levar perigo a meta adversária.
- A equipe da casa sai vaiado de campo.
Essa foi a fotografia das duas partidas. Uma em nosso favor e outra contra.
Também temos que levar em conta alguns fatores que influíram no resultado:
- O equivocado esquema tático 3-5-2 com que iniciamos a partida. Tivemos que queimar uma substituição para retornar ao 4-4-2.
- A contusão do Alex. O craque poderia ter feito a diferença no segundo tempo.
- A falta do Robinho que é quem faz a ligação da defesa para o ataque.
- A fraca arbitragem que deixou o Vasco usar e abusar das jogadas violentes.
Agora, para enfrentar a Portuguesa, precisaremos encontrar o antídoto, pois o veneno será novamente empregado.
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