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Opinião, Polêmica e ConspiraçãoRodrigo Sibut Vieira

A Peça

Torcedor, Sócio, Conselheiro, Superintendente, Diretor, Presidente.

Técnico, Auxiliar, Jogador.

Árbitro, Árbitro auxiliar.

Repórter, Comentarista, Operador da Câmera, Escriba (mal ou bem) intencionado.

Segurança, Atendente da lanchonete/restaurante.

Cada personagem tem o seu papel, seja pela profissão ou pelo estigma que carrega.

Já vi Torcedor, Sócio, Conselheiro reclamar, xingar, cornetar o Técnico e até a descumprir leis como por exemplo, fumar dentro do estádio. Depois querem exigir o que?

O que está na moda há muito tempo também é o Jogador cai-cai.

Junto nessa está o complicador: o Árbitro e/ou seu Assistente.

Jogador que sonha em jogar fora do país deve antes se disciplinar, principalmente no âmbito do esporte que pratica, no caso aqui o Futebol.

O palco Europeu não permite displicência, tampouco indisciplina.

Comparem-se os tempos de bola rolando no campeonato inglês, por exemplo, com o campeonato brasileiro.

E aquele que, ausente de injúria, cai no gramado com intuito de paralisar o "espetáculo"?

Esse merece, além da punição com cartão, o "Oscar" pela atuação convincente.

Em um ou outro momento do "espetáculo" também existe a decisão do Árbitro, por muitas vezes a mais complicada pela ausência da verdade. Observem as cobranças de lateral e escanteio.

Interessante momento é ver a mescla de atletas considerados profissionais, os Jogadores, sendo conduzidos por amadores, os Árbitros.

Sim, porque no Brasil a profissão Árbitro não é regulamentada, mesmo que, no palco, seja a maior autoridade.

Interessante também ler as matérias relacionadas ao "espetáculo", cuja natureza deveria ser informativa, mas que na verdade são carregadas de opinião.

Em resumo: o teatro tem em seu palco coadjuvantes que pensam e atuam como protagonistas e protagonistas que pensam e atuam como coadjuvantes.

Já não passou da hora de melhorar isso?

SAV
RODRIGO
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