A Fantástica Fábrica de Incompetentes
Tirando alguns lampejos da gestão GG, outros da gestão VRA, não se sobra NADA!
A gestão anterior inclusive inventou um estagiário salvador da pátria, o qual, a gestão atual (incrivelmente mais incompetente que a anterior), resolveu manter.
Errou e errou feio. Não satisfeitos, inventaram o Pachequinho como treinador.
Nada contra o Pacheco, inclusive, penso que pode se dar bem um dia como técnico, porém depois de MUITOS anos de experiência em clubes menores, até ter bala na agulha para comandar um time de série A. Se este for realmente o sonho dele, que siga em frente, se não, que volte ao antigo cargo.
A gestão atual é tão incompetente, mas tão incompetente, que não tem convicção se um treinador é bom ou não, se um jogador é bom ou não e nem se seu Staff é bom ou não.
É só olhar para a diretoria e ver o caminhão de dinheiro que se paga de salário para um ex-boleiro viajar o mundo falando do Coritiba... ops, não, do BARCELONA!!!
Amadorismo puro!
Empresários dirigentes tem acesso livre no Alto da Glória. Gente que processa o clube, tem sempre as portas abertas para negociatas. É revoltante.
Sinceramente, espero que alguém dessa fábrica de incompetentes acorde enquanto é tempo e não faça como os gigolôs de dinheiro público que também conseguem se superar na ridicularidade de contratação de técnicos.
O Coritiba não tem tempo para experiências!!!
De resto, enquanto não acabar esta gestão maldita e alguém competente de verdade assumir o clube, nos resta torcer mais uma vez para permanecermos na primeira divisão.
Só espero que no fim deste ano, não apareça um Tsunami cheio de surfistas indomáveis na crista da onda se fingindo de oposição mais uma vez, fazendo os sócios errarem novamente, como vem acontecendo desde que entraram no Alto da Glória na (pasmem) gestão GG.
Sobre o autor
Prof. Ricardo Fernandes, ou apenas Fernandes para os íntimos, vem de uma família 100% COXA-BRANCA.
Seus avós inclusive, acompanhavam o Coritiba desde a infância, fator que o fizeram nascer com o verde no sangue.
Frequenta o estádio desde 1.989, quando pela primeira vez viu o Coritiba ao vivo e, de lá para cá, sempre foi um dos mais fiéis torcedores do Coritiba.
Prof. Fernandes é especialista em Pricing (Preços), Presidente da Associação Brasileira de Pricing, cursou MBA em Gestão e Marketing na UNINTER, Marketing nas Faculdades Santa Cruz de Curitiba e Estatística na UFPR.
Profissionalmente, Prof. Fernandes viaja o Brasil semanalmente, sempre disseminando seus conhecimentos estratégicos sobre Pricing para profissionais de todos os ramos de atividade.
Seus avós inclusive, acompanhavam o Coritiba desde a infância, fator que o fizeram nascer com o verde no sangue.
Frequenta o estádio desde 1.989, quando pela primeira vez viu o Coritiba ao vivo e, de lá para cá, sempre foi um dos mais fiéis torcedores do Coritiba.
Prof. Fernandes é especialista em Pricing (Preços), Presidente da Associação Brasileira de Pricing, cursou MBA em Gestão e Marketing na UNINTER, Marketing nas Faculdades Santa Cruz de Curitiba e Estatística na UFPR.
Profissionalmente, Prof. Fernandes viaja o Brasil semanalmente, sempre disseminando seus conhecimentos estratégicos sobre Pricing para profissionais de todos os ramos de atividade.
Sobre o blog
Neste espaço o torcedor do Coritiba encontrará a opinião de uma pessoa politicamente INcorreta.
Não sou de passar a mão na cabeça de ninguém. Cobrarei forte, muito forte quando acreditar que alguém errou ou por incompetência prejudicou o Coritiba.
Sou o tipo de pessoa que não se importa com o que as pessoas pensam ou deixam de pensar a meu respeito, assim, percebo que existem pessoas que gostam de mim e pessoas que efetivamente me odeiam.
De qualquer forma, falando bem ou mal, estão falando de mim.
Não sou de passar a mão na cabeça de ninguém. Cobrarei forte, muito forte quando acreditar que alguém errou ou por incompetência prejudicou o Coritiba.
Sou o tipo de pessoa que não se importa com o que as pessoas pensam ou deixam de pensar a meu respeito, assim, percebo que existem pessoas que gostam de mim e pessoas que efetivamente me odeiam.
De qualquer forma, falando bem ou mal, estão falando de mim.
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