Emoção, mais emoção e lágrimas...
Na época eu era apenas um menino que acabara de completar 8 anos. Exatamente a idade que o meu filho tem hoje. Chorei abraçado ao meu pai comemorando a conquista do campeonato brasileiro.
Não tenho palavras para descrever o que sinto no momento em que escrevo estas palavras. As lágrimas correm em meu rosto. Convido a cada leitor desta coluna e que viveu aquele momento a fazer uma viagem no tempo. Feche seus olhos por alguns segundos e visualize o exato momento da cobrança de pênalti do Gomes. É possível inclusive ouvir o barulho, sentir os cheiros, explodir de emoção.
Não tenho palavras para agradecer a cada jogador daquele time, a cada funcionário do clube, a cada diretor daquela época. Vocês HONRARAM o nome do Coritiba.
Como eu queria poder voltar no tempo, estar no Maracanã, assistir novamente ao jogo e trazer em meu DeLorean o Evangelino, o Ênio Andrade, o Lela e todos aqueles fantásticos heróis de 1.985.
Heróis, esta é a palavra...
Palavra que os boleiros que hoje vestem o nosso manto parecem desconhecer.
Espero, sinceramente, que cada jogador do Coritiba perceba a importância que pode ter na vida de uma pessoa quando se doa em campo e conquista títulos.
Aprendam boleiros, vocês também poderão ser heróis em 2015. Tirem o Coritiba desta lama, ganhem 6, 7, 8, 9, 10 partidas SEGUIDAS!
O 2º turno do brasileirão está chegando e só vocês podem fazer a nossa torcida chorar de emoção novamente.
Vejam a campanha do Coritiba em 1.985 e percebam: nem tudo foram flores... Tivemos um início de campeonato horrível e no final fomos CAMPEÕES!
Isso sempre acontece com os heróis: quando todos acham que eles estão derrotados, eles levantam das cinzas e vencem as batalhas.
Assim somos nós coxas-brancas!
Isso é o que esperamos de vocês!
Jogadores: JOGAI POR NÓS!
Sobre o autor
Prof. Ricardo Fernandes, ou apenas Fernandes para os íntimos, vem de uma família 100% COXA-BRANCA.
Seus avós inclusive, acompanhavam o Coritiba desde a infância, fator que o fizeram nascer com o verde no sangue.
Frequenta o estádio desde 1.989, quando pela primeira vez viu o Coritiba ao vivo e, de lá para cá, sempre foi um dos mais fiéis torcedores do Coritiba.
Prof. Fernandes é especialista em Pricing (Preços), Presidente da Associação Brasileira de Pricing, cursou MBA em Gestão e Marketing na UNINTER, Marketing nas Faculdades Santa Cruz de Curitiba e Estatística na UFPR.
Profissionalmente, Prof. Fernandes viaja o Brasil semanalmente, sempre disseminando seus conhecimentos estratégicos sobre Pricing para profissionais de todos os ramos de atividade.
Seus avós inclusive, acompanhavam o Coritiba desde a infância, fator que o fizeram nascer com o verde no sangue.
Frequenta o estádio desde 1.989, quando pela primeira vez viu o Coritiba ao vivo e, de lá para cá, sempre foi um dos mais fiéis torcedores do Coritiba.
Prof. Fernandes é especialista em Pricing (Preços), Presidente da Associação Brasileira de Pricing, cursou MBA em Gestão e Marketing na UNINTER, Marketing nas Faculdades Santa Cruz de Curitiba e Estatística na UFPR.
Profissionalmente, Prof. Fernandes viaja o Brasil semanalmente, sempre disseminando seus conhecimentos estratégicos sobre Pricing para profissionais de todos os ramos de atividade.
Sobre o blog
Neste espaço o torcedor do Coritiba encontrará a opinião de uma pessoa politicamente INcorreta.
Não sou de passar a mão na cabeça de ninguém. Cobrarei forte, muito forte quando acreditar que alguém errou ou por incompetência prejudicou o Coritiba.
Sou o tipo de pessoa que não se importa com o que as pessoas pensam ou deixam de pensar a meu respeito, assim, percebo que existem pessoas que gostam de mim e pessoas que efetivamente me odeiam.
De qualquer forma, falando bem ou mal, estão falando de mim.
Não sou de passar a mão na cabeça de ninguém. Cobrarei forte, muito forte quando acreditar que alguém errou ou por incompetência prejudicou o Coritiba.
Sou o tipo de pessoa que não se importa com o que as pessoas pensam ou deixam de pensar a meu respeito, assim, percebo que existem pessoas que gostam de mim e pessoas que efetivamente me odeiam.
De qualquer forma, falando bem ou mal, estão falando de mim.
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