Vem pro Coxa você também, Caixa
Recentemente comemorei o fim do contrato do próprio BMG. Obviamente não pela perda de receita - apenas alguém muito leviano poderia interpretar dessa forma - mas por se abrir espaço para um patrocínio melhor e, oxalá, esteticamente mais aprazível.
A Caixa, por sua vez, atende minimamente ambos quesitos. Trata-se de uma instituição muito mais sólida e sua marca, apesar de não ser um primor de beleza, não é bizarra como o laranjão do banco mineiro. Além de poder ser usada em padrão preto e branco (teoricamente).
Apesar disso, li diversas manifestações contrárias a eventual acerto, afirmando se tratar de um "banco estatal".
Não vou entrar em detalhes técnico-jurídicos, mas afirmo que inexiste qualquer ilegalidade ou imoralidade nas ações publicitárias da Caixa, que inclusive patrocina esportes há tempos e recentemente adentrou o mundo do futebol patrocinando Corinthians, Avaí e o time da Baixada. Nota: o último levantamento do Ibope, aponta-a como o 7º maior anunciante do Brasil.
Rivalidades à parte, é preciso separar as coisas. Não existe mal uso de dinheiro público quando a Caixa patrocina qualquer clube ou evento, pois se trata de um investimento. Público ou não, o fato é que a Caixa visa lucro. Para se ter lucro, é preciso ter clientes. E para atrair clientes, num ramo em que compete com diversas entidades puramente privadas, é necessário anunciar.
Da minha parte, Caixa, vem pro Coxa você também.
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