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Por Fabiano Utrabo Merlin - COXAnautas
O fatídico lance aconteceu aos 36 minutos do segundo tempo da partida contra o Flamengo, válida pela Copa do Brasil.
Alex disputou a bola dentro da área quando levou uma joelhada nas costas do zagueiro Chicão. Lance que o árbitro Wagner Reway não marcou o pênalti. Na sequência do lance, o Flamengo ampliou o marcador e levou a partida para os pênaltis. O resultado todo mundo já conhece...
Alex voltou à Curitiba de cadeira de rodas. O impacto na coluna causou uma séria contusão lombar. "Eu não sentia a minha perna direita. Não tinha o movimento dela. Sentia umas dores bem fortes, mas conseguia suportar porque estava medicado.
O que mais me preocupava é que eu realmente não sentia a perna direita", disse o jogador, que vem fazendo tratamento fisioterápico. O que mais preocupou o atleta foi o "apagão" que sofreu ainda na noite da partida. "A dor foi aumentando a partir do momento que o jogo ia passando. Senti tanta dor e no pós jogo, indo para o hospital, não tenho o jogo vivo na minha cabeça. Se você me perguntar a sequência e como foram as penalidades eu não me lembro. No hospital meio que me deu um 'apagão' de tanta dor que eu sentia".
O departamento médico do Coritiba descartou a possibilidade de fratura na região. E Alex só que saber mesmo de recuperar os movimentos normais na perna direita, mais afetada pela contusão. "Quero ter os meus movimentos naturais de poder caminhar, depois de poder correr, de poder dirigir o meu carro para eu poder fazer as minhas coisas sem a ajuda de terceiros. Aí quando a coisa chegar nesse momento, eu entro nos exercícios normais de futebol, mas para isso tem que sentar com os doutores e com os fisioterapeutas, e imaginar qual vai ser a data e a minha condição de poder voltar tranquilo e jogar futebol", finalizou.
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Para que a minha glória a ti cante louvores, e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te louvarei para sempre. (Salmos 30:12)