
CURIOSIDADE
Mais uma péssima arbitragem assolou o gramado do Estádio Couto Pereira. Desta vez foi o árbitro Wagner Tardelli Azevedo (FIFA-RJ) a mostrar como não apitar uma partida de futebol.
O fraquíssimo desempenho do Sr. Tardelli deixará à história do futebol brasileiro um verdadeiro ícone de lance mau marcado: uma "falta" onde o goleiro escorregou sozinho e caiu ao gramado.
Como foi o lance
Ainda no primeiro tempo, com a vitória parcial do Coritiba por 1x0, num cruzamento pela direita, o zagueiro e o goleiro do São Caetano falham. O goleiro, sozinho, escorrega e cai. A bola sobra para Tuta, que domina a bola, levanta a cabeça e prepara-se para marcar o segundo gol Coxa. Inexplicavelmente o árbitro marca "falta".
Pênalti não marcado
No segundo tempo o Sr. Tardelli não marcou um pênalti claro sobre Alexandre Fávaro, que foi claramente empurrado pelo zagueiro do time paulista. Além do árbitro, que não estava no lance, errou o assistente nº 2, o Sr. Carlos Henrique Alves de Lima, que nada marcou.
A bola que não saiu
Também no segundo tempo, outro erro grotesco da arbitragem. Como na maioria dos lances, o Sr. Tardelli estava distante e não viu que numa jogada pela lateral esquerda, Adriano nitidamente evitou a saída da bola pela linha lateral.
Lance sem dúvidas, exceto para o assistente nº 1, o Sr. Aristeu Leonardo Tavares (FIFA-RJ) e para o árbitro.
Euller, o mau educado
Lamentável a atitude do já experiente atacante Euller, que aos brados xingou o árbitro carioca. Os palavrões em alto e bom som chegaram a ser captados pelos microfones das câmeras de TV e pelos ouvidos mais apurados dos torcedores próximos da mureta do fosso nas cadeiras inferiores.
Sem dúvida Euller deu um mau exemplo. E num gesto de omissão, o Sr. Tardelli não expulsou o jogador que o ofendeu.
A cena chamou a atenção de mais torcedores depois da entrevista do atacante Luis Mário, que contou nos microfones nas emissoras de TV e rádio, a "poética" frase proferida por Euller à autoridade máxima da partida.
Lúcio Flávio: empurrar os outros é com ele mesmo
Outra lamentável atitude foi a de Lúcio Flávio, ex-Coritiba. No segundo tempo ele empurrou o atleta Adriano, jogador do Coritiba. Uma antitude anti-desportiva que beirou a agressão.
O atleta do São Caetano não foi punido pela arbitragem nem com uma recomendação verbal. Passou impune.
O Delegado e o Presidente
No intervalo do jogo o "Delegado" Antônio Lopes e o Presidente do Coritiba, Giovani Gionédis, foram até o meio de campo conversar com o trio de arbitragem (foto)que não desceu aos vestiários.
Nas reportagens das emissores de TV percebeu-se a cobrança de Lopes por uma arbitragem mais exigente no quesito disciplinar, pois os jogadores do adversário abusavam das faltas sem serem amolestados com os cartões.
Para que a minha glória a ti cante louvores, e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te louvarei para sempre. (Salmos 30:12)