
COXA x VITÓRIA
Na tarde deste sábado, dia 3, o Coritiba foi a campo tentar antecipar sua vaga na Série A enfrentando o time do Vitória, da Bahia.
Os integrantes da Equipe COXAnautas, sempre atentos, avaliaram a atuação de cada jogador e do treinador René Simões e atribuíram notas a todos eles.
Confira, abaixo, a média das notas que nove integrantes da equipe COXAnautas deram aos astros do espetáculo, e, na seqüência, a avaliação individual e as notas de Malhadas Jr, colaborador e Ouvidor do site COXAnautas.
Média das notas atribuídas pela equipe
Édson Bastos: 6,6
Henrique: 6,7
Jeci: 6,7
Anderson Lima: 6,4
Ivo: 5,4
Douglas Silva: 6,7
Pedro Ken: 7,7
Ricardinho: 5,5
Fabinho: 6,3
Henrique Dias: 4,7
Keirrison: 6,2
Túlio: 7,4
Caíco: 5,8
Anderson Gomes: 4,3
René Simões: 6,3
Eis a avaliação de Malhadas Jr:
Édson Bastos – Atento nas oportunidades em que foi empenhado, não comprometeu e mostrou a segurança costumeira. Não pode ser responsabilizado pelos gols do Vitória, os dois em chutes bem colocados e em jogadas onde sua visão foi comprometida pela presença de zagueiros (Henrique no primeiro e Anderson Lima no segundo). Nota: 7,5.
Henrique – Gigante na defesa e constantemente chamado ao apoio, realizou muitas e boas jogadas, pois não se omite em bola nenhuma. Sua valentia lhe garante lugar de honra no coração da torcida e sua regularidade o leva a ser, sempre um dos melhores do time. Nota: 8,5.
Jeci – Firmou-se na dupla com Henrique, garantindo solidez e consistência ao miolo da defesa do Coritiba. Não costuma figurar entre os grandes destaques do time, mas também não compromete. Nota: 7.
Anderson Lima – Um leão à frente da zaga, ajudando a cobrir os constantes espaços deixados por Ivo e ainda ajudando a armar a equipe no meio-de-campo, fazendo um pouco do que Douglas Silva deixou de fazer. Passou a atuar mais fixo depois da entrada de Túlio, no tempo final, e deu sua contribuição para cadenciar o jogo. Nota: 7.
Ivo – Um dos piores em campo: nada efetivo na defesa e claudicante no apoio. Deixou a defesa toda insegura pelos seus avanços, que além de não redundarem em nada criavam vácuo às suas costas. Participou do lance do gol e só. Nota: 5.
Douglas Silva – Sem um lateral esquerdo de confiança para guarnecer seu costado (apesar de não ser lateral de ofício, Diogo continua fazendo falta), não pôde se soltar tanto quanto gostaria e pouco produziu na armação. Prendeu-se na ajuda à marcação do bom e rápido meio-campo do Vitória, no que foi bastante eficiente. Nota: 6,5.
Pedro Ken – Foi a alma guerreira do time, mais uma vez. Fez de tudo: cobriu os avanços destrambelhados de Ivo, marcou no meio, armou o ataque (inclusive fazendo o belo passe para o primeiro gol) e apareceu para finalizar. Silenciosamente, vem se consolidando pela versatilidade como o mais completo dos jogadores deste elenco. Nota: 9.
Ricardinho – Para mim, ao lado do seu clone Caíco, uma das apostas malsucedidas do Coritiba para esta temporada. É o Jackson deste ano. Não marca, não combate, não arma, não se desloca, não finaliza. Só sabe prender a bola e retardar as jogadas. Jamais jogaria no meu time. Nota: 4.
Fabinho – Não é o lateral esquerdo dos sonhos da torcida do Coritiba. Não se entendeu com Douglas Silva e prejudicou a atuação dele. Alternou poucos momentos de Adriano (inclusive no belo gol que marcou) com muitos momentos dignos de Badé, perdendo seguidamente bolas fáceis no ataque. O cartão amarelo de Jeci, por exemplo, foi por causa de uma delas. Nota: 5.
Henrique Dias – O personagem do jogo. Mas o Criciúma livrou a cara dele. Nota: 3.
Keirrison – Pagou o preço pela contusão de Gustavo e passou o jogo inteirinho isolado na frente, fazendo o pivô para quem (Ricardinho e Douglas Silva) não vinha de trás. Ainda assim, deu trabalho à defesa do Vitória e ainda recuperou algumas bolas importantes em contra-ataques do time baiano. Teve uma oportunidade, mas chutou fora de dentro da pequena área. Nota: 7.
Túlio – Tem jogadores com estrela no futebol... e Túlio é um deles. Entrou no lugar de Ivo e, ainda que se esforçasse, não teria conseguido ser pior. Mas entrou no clima da partida e fez um golaço. No resto do tempo, a correria estabanada, um cartão e a vontade de costume. Pelo gol, merece 7,5. Nota: 7,5.
Caíco – Ao contrário de Túlio, Caíco tenta ser mais cérebro e menos coração. Só que parece não ter mais pernas. Substituiu Ricardinho e, em seguida, o Vitória empatou, assumindo a tarefa de puxar os contra-ataques. Mas como a velocidade deixou de ser sua aliada faz tempo, buscou tramar tabelas nas quais não era correspondido. Teve uma chance – e ia ser um golaço! – mas a defesa afastou. Caíco não foi problema, mas também não chegou a ser solução. Nota: 5,5.
Anderson Gomes – Chamado para entrar no lugar de Henrique Dias, nem chegou a jogar. Nota: 2.
René Simões – Entrou com um time armado para tentar vencer, apesar dos sérios desfalques (a ausência de Gustavo foi muito sentida). Com um banco de reservas digno de comover uma estátua de pedra, pela indigência técnica das peças de ataque, fez o que pôde e só não saiu do Couto com uma vitória porque o Vitória foi bastante efetivo nas finalizações. Nota: 7.
Para que a minha glória a ti cante louvores, e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te louvarei para sempre. (Salmos 30:12)