
CAPITÃO
Dono inquestionável da braçadeira de capitão do Coritiba até sua conturbada saída do clube ainda em 2008, rumo ao futebol paulista, o zagueiro Jeci (foto) voltou a "sentir o gostinho" de comandar a equipe Coxa-Branca de dentro do campo no empate a dois gols com o Goiás, no último domingo, 6.
Com as suspensões de Marcelinho Paraíba - atual capitão - e Pedro Ken - que ocupou a função no Paranaense, antes da chegada do camisa 9 -, além do veto de Pereira à véspera da partida, Jeci foi o escolhido de Ney Franco para ser o líder da equipe, relembrando a temporada passada.
Comentando o fato, o camisa 5 diz que voltar a atuar como capitão não mudou sua forma de jogar e se manifestar em campo. "Não influencia, até mesmo porque tem certos momentos que até esqueci. Eu sou um cara que fico em cima do juiz o tempo todo, é um costume que eu tenho. Tinha hora que eu lembrava que eu era capitão, e por ser capitão o juiz te dá mais liberdade de você chegar nele, mas não vi diferença nenhuma em termos de poder cobrar o árbitro, falar com meus companheiros. Foi natural, não senti diferença na minha atuação", declarou, por telefone, aos COXAnautas.
Feliz por ter sido o escolhido pelo comandante, Jeci se mostrou grato pela confiança e disse que seu bom relacionamento com o grupo ajuda. "Pra mim foi gratificante. Tenho um orgulho muito grande de ser capitão do Coritiba, também pela importância que é essa liderança e essa responsabilidade. Graças a Deus o pessoal me respeita bastante, isso facilita bastante e fiquei feliz por ter sido escolhido pelo Ney", ressaltou.
Apesar do histórico com a braçadeira de capitão de Jeci e de ter sido o escolhido para usá-la contra os goianos, na próxima partida do Coxa, diante do Corinthians, Marcelinho Paraíba volta ao time após ter cumprido suspensão e, com isso, certamente reassume a braçadeira.
Para que a minha glória a ti cante louvores, e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te louvarei para sempre. (Salmos 30:12)