
COPA DO BRASIL
Vagner
Posição: zagueiro
Jogador revelado nas categorias de base do Coritiba. Viveu uma relação de amor e ódio com a torcida. Chegou a se firmar como titular por algum tempo, mas acabou estigmatizado por fazer parte da campanha que rebaixou o Coritiba à Série B, em 2005. Deixou o clube no final de 2006, não tendo seu contrato renovado.
Jogos: 53
Gols: 3
Lucio Flávio
Posição: meia
Jogador revelado nas categorias de base do P. Clube, jogou no Coritiba no ano de 2002, sob o comando de Paulo Bonamigo. Apesar da marcação de boa parte da torcida, que sempre lhe cobrava mais que os outros jogadores pelo passado no outro clube da cidade, foi um dos destaques na razoável campanha daquele ano, em que o Coritiba por muito pouco não alcançou a fase final do Brasileiro. Deixou o clube no final da temporada.
Jogos: 25
Gols: 6
Ricardinho
Posição: meia
Ricardinho teve uma passagem-relâmpago pelo Coritiba. Foi contratado em 2001, para jogar na equipe comandada pelo então treinador Ivo Wortmann. Pouco jogou. Após se envolver em um acidente automobilístico, provavelmente voltando de uma "noitada", o jogador acabou dispensado pelo Coritiba, tendo jogado somente duas partidas pelo Coritiba - uma como titular e uma como reserva.
Jogos: 2
Zé Roberto
Posição: meia
Muitos não sabem, mas o meia Zé Roberto, considerado por muita gente o melhor jogador do Botafogo na atualidade, começou no Coritiba, tendo sido revelado nas categorias de base do clube. Jogador que, apesar de demonstrar um enorme potencial, já na idade de júnior apresentava um comportamento extra-campo não condizente com a condição de atleta profissional. Por motivos extra-campo, foi dispensado antes mesmo de chegar ao profissional.
Luiz Mário
Posição: atacante
Jogador contratado pelo Coritiba para a temporada de 2004, no ano em que o Coritiba voltou a disputar a Libertadores da América. Fez parte, ao lado de Tuta, Aristizábal e da revelação Alemão, de um ataque badaladíssimo. Marcou o gol da vitória no primeiro jogo da final do Campeonato Paranaense daquele ano, um golaço. O Cori venceu por 2x1, e se tornou bi-campeão na casa do adversário, ao sair de lá com um empate. No Campeonato Brasileiro do mesmo ano, sofreu diversas contusões. Deixou o clube antes do final da temporada, rumo ao futebol português, graças a uma cláusula de seu contrato que previa a liberação em caso de proposta do exterior.
Jogos: 23
Gols: 6
Cuca
Posição: treinador
Alexi Stival, o Cuca, era o nome preferido de grande parte da torcida para ser o treinador do clube em 2005, após a saída de Antonio Lopes, e foi contratado para dirigir a equipe no Brasileiro. Apesar de um bom início, a equipe foi caindo de rendimento, chegando a, no mês de setembro, perder oito jogos consecutivos - fato inédito na história do Coritiba em Brasileiros.
Cuca acabou demitido após a derrota para o Paysandu, em Belém, por 2x1 - no meio desta sequência perdedora. A equipe continuou em declínio, e chegou a se recuperar no final da competição, mas não o suficiente para escapar do rebaixamento à Série B. E Cuca, que chegara como ídolo, deixou o clube como vilão, o que só piorou pouco tempo depois, quando Cuca assumiu o comando do São Caetano no final do Brasileiro e livrou a equipe do ABC, concorrente direta do Cori, do rebaixamento.
Jogos: 28
Vitórias: 9
Empates: 8
Derrotas: 11
Aproveitamento: 41,7%
As informações históricas são originárias das pesquisas dos Helênicos.
Para que a minha glória a ti cante louvores, e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te louvarei para sempre. (Salmos 30:12)