
ARBITRAGEM
Um pênalti claro não marcado em cima do argentino Ariel Nahuelpan. Conivência com a violência, a catimba e o antijogo do adversário. Diferença no tratamento aos jogadores. O que parece ser um manual de como não apitar, foi o que os mais de 30 mil torcedores presentes no Couto Pereira viram na vitória Coxa sobre o Internacional no Couto Pereira nesta quarta-feira, 3.
O árbitro da Fifa, Ricardo Marques Ribeiro, entrou confuso e aparentou receio do time do Internacional, já que o técnico Tite e a direção do clube gaúcho passaram a semana reclamando veementemente da arbitragem de Sálvio Espíndola, na primeira partida. "O que me machuca muito é que o árbitro foi trabalhado, e depois vão querer me punir quando falo. Desde que acabou o jogo lá ele foi pressionado”, afirmou o técnico Coxa-Branca René Simões.
Um dos pontos mais claros do prejuízo do Coritiba foi o pênalti claro não marcado em cima de Ariel Nahuelpan. “Foi pênalti. A televisão e todo mundo viu e falou também. O juiz deu poucas faltas para nós durante o jogo e isso prejudicou um pouco o Coritiba”, reclamou o atacante Coxa-Branca. “Foi pênalti, várias faltas não foram dadas. Eu que me mantenho tranquilo nessas horas acabei ficando com um gosto amargo”, completou Renè.
Além da torcida, um ilustre Coxa-Branca também reclamou e muito da arbitragem de Ricardo Marques Ribeiro. O ídolo Alex, em sua coluna no site Coxanautas, deixou clara sua insatisfação com a péssima atuação do mineiro. “Outro show foi a arbitragem. Show de horrores!!! O que o árbitro fez no Couto Pereira foi uma das mais velhas táticas usadas por arbitragens tendenciosas. Todas na intermediária ele não titubeava e dava. Próximo à área, seja lateral ou frontal ele mandava seguir. Isso minou nosso time”, avaliou.
Para que a minha glória a ti cante louvores, e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te louvarei para sempre. (Salmos 30:12)