
COMISSÃO TÉCNICA
A contratação do técnico Ney Franco (foto) deu um novo ânimo para a torcida Coxa-Branca, que deve voltar a se mobilizar para ajudar o time a fugir da zona do rebaixamento. Mas se por um lado dois profissionais deixaram o clube antes de sua chegada - Renè Simões e seu auxiliar Alfredo Montesso -, quatro vieram para seus lugares pois, além de Ney, dois auxiliares e um preparador físico virão para o Verdão, conforme destacado em reportagem do jornalista Márcio Reinecken.
Os auxiliares Moacir Pereira e Éder Bastos e o preparador Alexandre Lopes acabaram sendo incluídos no acerto com o novo técnico e suas vindas já começam a preocupar tanto os atuais profissionais da comissão técnica - que podem acabar perdendo seus empregos - quanto a torcida, já que a manutenção de tantos profissionais deve onerar ainda mais a folha salarial do clube, que vem em dificuldades financeiras.
Na sua entrevista coletiva, Édison Borges deu mostras que não se sente seguro no cargo. "Claro que como a gente é funcionário do clube tem que esperar pra ver como as coisas vão andar. Não tenho problema nenhum, coloquei-o totalmente a vontade na decisão que ele tomar. Vou aceitar da melhor forma, a gente sabe como é o futebol. Se tiver que sair, saio de cabeça tranquila, se tiver que ficar, vamos ficar, só que não tivemos tempo para conversar sobre esse assunto", comentou.
Ainda de acordo com o repórter, os novos profissionais devem acrescer R$ 100 mil mensais à folha de pagamento, com apenas Ney Franco recebendo R$ 130 mil, além de prêmios escalonados de acordo com metas preestabelecidas. “É mais gente, com certeza irá onerar um pouco mais o clube. Teremos de tirar mais ‘água de pedra’. Mas temos de investir agora para colher depois. Caso contrário o prejuízo pode ser bem maior”, declarou o diretor financeiro Francisco Araújo ao repórter.
Para que a minha glória a ti cante louvores, e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te louvarei para sempre. (Salmos 30:12)