
PATROCINIO
A direção do Coritiba já trabalha no planejamento para o próximo ano. Além do futebol, que precisará ter um desempenho muito melhor do que este ano, fatores administrativos já são discutidos internamente. O patrocínio do clube, uma das críticas deste ano já que durante boa parte de 2009, o ano do centenário, o Coxa ficou sem patrocínio master em suas camisas, já está em pauta no clube.
Uma das possibilidades é continuar com atual patrocínio, do Banco BMG, que tem vínculo até fevereiro de 2010. A criação de um fundo de investimentos que teria participação em jogadores seria um dos motivadores para a extensão da parceira. Esse suporte financeiro poderia auxiliar na renovação do técnico Ney Franco e de outros jogadores, além de ajudar na contração de reforços.
Em entrevista ao jornalista Thiago Araújo o diretor de marketing do Coritiba, Roberto Pinto Júnior, explicou como estão as negociações. “A prioridade é do BMG e eu diria que as negociações estão bem encaminhadas para uma renovação. É claro que, como toda a empresa, temos várias possibilidades. Gostaríamos de manter o BMG porque tem sido um ótimo parceiro em todos os sentidos, e nós temos interesse neste fundo de investimentos”, disse.
Todavia, outra alternativas são discutidas no Alto da Glória. Em contato com outras empresas, inclusive um banco concorrente, a direção do clube não descarta uma mudança de patrocinador, bem como pode abrir mão do patrocínio master e formalizar uma parceria com a Lotto na tentativa de fortalecer a marca e buscar parcerias mais vantajosas nos próximos anos.
É o que explica o diretor de marketing do Verdão, Roberto Pinto, em entrevista à jornalista Priscila Bertozzi. "Nossa ideia é faturar com os royalties da venda de camisas. Estamos fazendo cálculos para saber como poderemos substituir essa renda. Queremos passar um tempo sem negociar essa propriedade. É um trabalho de longo prazo, 24 meses mais ou menos. Quando retomarmos as negociações, nossa camisa estará valorizada no mercado", explicou.
Mas esta alternativa ainda sofre algumas resistências, já que o clube precisaria substituir esta fonte de renda por outra. “Fizemos um estudo, a princípio não muito profundo, no qual você otimiza a venda de camisas na loja quando elas não possuem patrocínio. Diante disso houve uma sondagem do fornecedor, eles iriam arcar com a nossa cota de patrocínio e teríamos a camisa ‘limpa’, mas acho difícil eles (a Lotto) bancarem a cota que queremos. De qualquer forma, é uma ideia”, enfatizou o coordenador das ações do centenário, Gustavo Hauer.
Para que a minha glória a ti cante louvores, e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te louvarei para sempre. (Salmos 30:12)