
EDITORIAL
O jogo desta noite pode ser dividido em dois momentos distintos. No primeiro tempo, que contou com escassas finalizações de ambas as equipes, e no segundo, que melhorou de ritmo logo após o gol marcado por Tuta de pênalti.
A partida começou muito devagar, com as duas equipes marcando forte e o Criciúma neutralizando todas as tentativas do Coritiba de chegada ao ataque. O primeiro chute ao gol aconteceu só aos 23 minutos, com Aristzábal chutando fraquinho nas mãos do goleiro. A equipe catarinense só apresentou perigo real à meta alviverde aos 30 minutos, quando Fernando saiu para fazer uma defesa meio sem jeito em cima do atacante.
No final da primeira etapa o Coxa ameaça, mas não consegue finalizar. Com grande número de passes errados e algumas confusões por parte da defesa, os times saem de campo com o placar inalterado. Foi um desempenho fraco para um time que almeja voltar à Libertadores.
Parecia outra partida
Tem início o segundo tempo e, novamente, o setor defensivo do Coritiba parece estar um pouco perdido em campo ao tocar a bola mais de uma vez nos pés dos jogadores adversários. Mas, aos 10 minutos, Jucemar consegue um escanteio. Cleber cobra e, na confusão dentro da área, sai o gol contra. O juiz, inacreditavelmente, marca pênalti. Tuta (foto), felizmente, cobra e abre o placar. Coritiba um, Criciúma zero.
Depois do gol, o jogo ganha mais fôlego e a equipe visitante começa a ameaçar, mas Fernando fecha o gol e a defesa também ajuda,- ao não permitir que a bola fure seu bloqueio muitas vezes.
Miranda, que já tinha amarelo, toma o segundo e, aos 23 minutos, é expulso, mesmo assim o Coritiba não se deixou abater e foi pra cima. Não fosse o goleiro Fabiano, o placar poderia ter sido ampliado em mais de uma oportunidade com o próprio Tuta, que mostrou ainda ter um bom futebol a dar pelo clube.
O jogo foi marcado também pela volta de Flávio a zaga alviverde. Ele entrou no lugar de Aristzábal para recompor a zaga logo após a expulsão de Miranda.
Por Kamila Mendes
Para que a minha glória a ti cante louvores, e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te louvarei para sempre. (Salmos 30:12)