
EDITORIAL
Na pole – Ao contrário do que muitos apostavam, Rafael larga na pole na corrida pela ala direita. O Delegado lembra que os treinos ainda não terminaram. Vão até sexta. Tésser agradece e rala. Já no meio quem vai garantindo a vaga é o Senador.
Pejorativo – Rafael (na foto à esquerda) também é tratado como Rafinha. Pode soar carinhoso para alguns, mas penso que nomear boleiros com diminutivos é sacanagem. Há exceções, como Carlinhos. Mas existe hoje um exagero que beira o pejorativo. Pô, vem aí o Adrianinho? Ou será o Marquinhos? Nada pessoal!
Aposta – Vi jogar somente contra a Macaca, mas pela esquerda. Nervoso e esforçado, o moleque fez o que pôde. Desta vez, contra o Azulão, a responsabilidade é bem maior. O Coxa tem que vencer. Na posição natural, Rafael é mais uma aposta do Delegado, com uma mãozinha do Édison Borges, diga-se de passagem.
Desconhecido – Por falar em lateral-direito, a comissão técnica está observando um jogador desconhecido. Vagner tem 24 anos, foi revelado no Palmeiras e atuava no Fênix, do Uruguai. Ninguém confirma, mas deve ser mais uma oferta de Juan Figger.
Olheiro – Um coxa-branca de Porto Alegre escreve dando uma sugestão à Corte Alviverde. “O meia Cleber, da Ulbra, vice-campeã gaúcha, talvez seja o articulador de que estamos precisando. Só o vi jogar na final contra o Internacional, mas a imprensa o elogia muito e foi escolhido para a seleção do campeonato. Como espécime ‘articulador’ é rara ou quase em extinção, não custaria olhar, mesmo porque talvez não custe caro”, sugere o olheiro.
Jogando a toalha – O vice-presidente do Paraná Clube, José Domingos, jogou a toalha nesta quarta-feira pelo empréstimo do meia Marquinhos. “Não podemos viver de sonhos e iludir a torcida. O Paraná não tem condições financeiras para bancar o atual salário do Marquinhos”, reconhece Domingos. Menos um!
É ou não é – O presidente da FPF, Onaireves Moura, tem freqüentado semanalmente a ante-sala do secretário estadual de Comunicação, Aírton Pisseti. Há quem cogite falta da contra-partida do governo no jogo Brasil e Uruguai (3 a 3) pelas Eliminatórias da Copa do Mundo, em 19 de novembro de 2003, no Pinheirão. Mas este governo não é caloteiro. Ou é?
Disparou...– “Acho que o que aconteceu no passado ficou. Estou pensando nesse retorno como se fosse a minha recontratação pelo Coritiba. Esse momento é muito importante e eu vou aproveitá-lo muito bem.”Roberto Brum, volante.
Na canela – Por acaso Moura e Pisseti estão organizando o I Campeonato de Suíço na Granja do Canguiri?
Esta coluna é produzida pelo jornalista Eduardo Gomes Nunes (ehnunes@onda.com.br) e colaboradores.
Para que a minha glória a ti cante louvores, e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te louvarei para sempre. (Salmos 30:12)