
EDITORIAL
Se você tem acompanhado os jogos do Coritiba no campeonato estadual, certamente percebeu uma incrível coincidência de erros contrários ao nosso clube... é impedimento mal assinalado, pênaltis inexistentes e cartões aplicados sem o menor critério - às vezes, sem nem nesmo o árbitro ou um dos assistentes estarem olhando para o lance, como na expulsão de Aristizábal. Outro problema de cartão que merece destaque foi a aplicação do terceiro a Luís Mário, providencialmente na véspera de um AtleTiba.
Pois é bom você, torcedor, ficar esperto. Foi escalado para trabalhar no jogo deste domingo, contra o Paranavaí, o assistente José Carlos Dias Passos, profissional que carrega uma dívida enorme com o Coritiba.
Em 2003, Dias Passos trabalhou em dois AtleTibas e, em ambas as oportunidades, comprometeu o resultado alviverde com atitudes que colocam sob suspeita o seu caráter e idoneidade.
O detalhe é que ele volta a trabalhar num jogo do Coritiba justamente em um momento decisivo, quando serão decididas as vagas para as semifinais do Campeonato Paranaense.
Para refrescar a memória do torcedor, vamos aos fatos:
AtleTiba de juniores, primeiro de dois jogos decisivos, no CT Bayard Osna - a casa de campo do Coxa. Logo no primeiro minuto, André Nunes, de bicicleta, abriu a contagem para o Verdão.
Melhor na partida, o Cori voltou a marcar ainda no primeiro tempo, novamente com André.
Com 2x0 no placar, a torcida pedia mais e o Coxa pressionava com afinco. André Nunes, em tarde inspirada, assinalou o terceiro gol que praticamente definia a classificação coxa-branca.
Aí começou o show de malandragens. O assistente levantou a bandeira e marcou um impedimento absurdo. A marcação foi atendida pelo árbitro, que anulou o gol.
No segundo tempo, o auxiliar resolveu \\\\\\\\\\\\\\
Para que a minha glória a ti cante louvores, e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te louvarei para sempre. (Salmos 30:12)