
MERCADO
A novela da renovação do meia Marcelinho Paraíba ainda continua dando o que falar. Após o Coritiba anunciar publicamente a renovação do atleta até junho de 2010, e perder o jogador para o São Paulo no final do ano sem receber um centavo, o coordenador de futebol do Coritiba, Felipe Ximenes, concede entrevista ao portal Lancenet tentando explicar a situação. Todavia, ele que foi considerado o grande responsável pela negociação com o jogador, não deixou claro como ocorreram as tratativas.
“ As pessoas precisam entender que renovação de contrato não quer dizer renovação de vínculo no BID. O Marcelinho renovou seu contrato em setembro, quando estávamos próximos do término de inscrição de atletas para o Campeonato Brasileiro. Como ele tinha contrato em vigência e a extensão era para julho de 2010, o departamento jurídico optou por registrar este novo contrato após o término do Campeonato Brasileiro”, tentou explicar Felipe Ximene, esquivando-se da culpa e atirando para o setor jurídico do clube a não renovação.
Marcelinho Paraíba teria então um contrato assinado com o Coritiba, que pode ser registrado a qualquer momento, a não ser que o clube receba uma compensação financeira, mas isso não foi esclarecido pelo dirigente. O artigo 218 do CBJD, estabelece que um atleta não pode firmar contrato de trabalho com mais de uma entidade de prática esportiva, caso ele venha ser levado a registro, a suspensão varia de 120 a 360 dias.
Todavia, as renovações de outros jogadores do Cori foram efetivadas e publicadas normalmente no BID durante todo o campeonato brasileiro, como é o caso do atleta Dirceu, que estendeu seu vinculo com o Coritiba até 01/01/2011.
Resta a dúvida sobre a real importância de renovar, anunciar mas não concretizar a negociação é de fato algo positivo para o Coritiba Foot Ball Club com instituição e também para a sua torcida.
Para que a minha glória a ti cante louvores, e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te louvarei para sempre. (Salmos 30:12)