
Análise de quem entende
Fala aí, torcida Coxa-Branca. O Atletiba não foi aquilo que esperávamos, uma pena, pois tínhamos tudo para mandar os poodles para suas casinhas com o rabinho abanando. Uma pena que os jogadores do Coritiba não tiveram sangue nos olhos como os torcedores Coxas, que ontem deram um verdadeiro show dentro de campo, bem diferente de alguns jogadores.
Aliás, gostaria muito que em um clássico como o de ontem, os jogadores entrassem em campo com espírito de torcedor e deixassem a vida em campo. Mas infelizmente, não é assim, e alguns entraram como se tivessem comido uma feijoada minutos antes da partida, não é mesmo, Val?
Não posso deixar de falar sobre o papelão dos poodles tentando invadir o espaço da torcida Coxa na curva dos fundos. Como disse o chefe no Twitter, os caras não cansam de passar vergonha e apanhar, pois se a proteção da divisa sucumbisse com a cólera dos poodles, eles apanhariam da torcida Coxa como apanharam em Maringá.
Mas eu não sou a favor da violência e espero muito que os poodles sejam punidos. É só colocar uma coleira neles e deixar preso em uma corrente em suas casinhas, deixando que latam sozinhos. Desta forma não incomodam ninguém. Se bem que, pensando bem, eles só latem mesmo, pois quando batemos o pé ao lado deles, fogem gritando “caim caim caim caim”...
Vamos às notas:
Alex Muralha – 7,0: Trabalhou pouco, mas fez uma grande defesa no segundo tempo em uma bola muito difícil em seu canto esquerdo. Ainda tem deficiência com a bola nos pés, dando desespero na torcida.
Guillermo – 8,0: Mesmo improvisado na lateral-direita fez uma grande partida. Ganhou todas as divididas no setor defensivo e tentou, mesmo sem ter cacoete para isso, apoiar ao ataque.
Henrique – 7,5: A mesma eficiência de sempre. Fez muito bem o seu papel defensivo e acertou bons passes. Colocou o tal Pablo no bolso, o que convenhamos não é muito difícil.
Luciano Castan – 6,5: Fez uma boa partida, mas deu umas pixotadas no final que quase complicaram a vida do Coritiba.
Egídio – 5,5: Fez um bom primeiro tempo, mas caiu muito no segundo, perdendo bolas bobas. Sofreu quando entrou o tal Carlos Eduardo. Um jogador experiente como ele precisa mostrar mais futebol, principalmente em um clássico.
Andrey – 9,0: Correu, marcou, desarmou, brigou, chutou em gol, lançou, enfim, melhor do time disparado. Parece um clone do Leandro Donizete. Jogou por ele e pelos seus companheiros da meia ontem.
Val – 4,0: Deve ter comido uma feijoada antes do jogo, tamanha a falta de disposição em campo. Aliás, é inadmissível ver um jogador entrando tão mole em um Atletiba. Está na hora de se espertar e voltar a jogar um bom futebol.
Régis – 4,5: Um pouco melhor que Val, porque pelo menos correu mais. Mesmo assim fez uma partida muito fraca, se eximindo totalmente da responsabilidade em armar a equipe.
Alef Manga – 5,0: Se mostrou muito lento e disperso em campo, Teve alguns lampejos do bom atacante que é, mas mesmo assim foi muito abaixo do que costuma produzir.
Léo Gamalho – 4,5: Ia receber a mesma nota que o Val, como o mais fraco do time titular, mas a boa jogada que fez no segundo tempo fez aumentar um pouco sua nota. Foi engolido pela zaga adversária tamanha a sua falta de mobilidade.
Igor Paixão – 6,0: Atacante mais perigoso do Coritiba na partida. É impressionante como sobe muito nas bolas áereas. Quase fez um golaço de bicicleta.
Thonny Anderson – 5,5: Mesmo que ontem não tenha repetido as boas atuações dos jogos anteriores, no tempo que esteve em campo jogou mais do que o Régis. Não pode ser reserva deste time.
Gustavo Bochecha – sem nota: Deem um travesseiro para ele e o deixem dormindo no banco de reservas. Pelo menos terá mais conforto do que dormir em campo. Mais uma vez não mostrou nada quando foi chamado.
Matheus Alexandre – sem nota: Entrou no final em uma substituição que não entendi até agora.
Gustavo Morinigo: Fez o que pode com as opções que tinha para iniciar a partida. Falou que faltou mais ânimo aos atletas para vencer a partida, o que concordo totalmente. É só lerem o que escrevi na análise de alguns jogadores dorminhocos. Mas vou ligar pro Patrón e perguntar o que ele quis colocando o Matheus Alexandre. Nem eu, muito menos o Couto Pereira, entendeu o que ele quis colocando esse cara.
Para que a minha glória a ti cante louvores, e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te louvarei para sempre. (Salmos 30:12)