
PREJUÍZO
Por Leonardo Lovo - COXAnautas
O Coritiba fazia uma boa partida, mesmo sem um centroavante de ofício e uma escalação questionada por parte da torcida Coxa-Branca, até que aos 20 minutos do primeiro tempo o árbitro Paulo César de Oliveira (foto), que vem sendo criticado pela mídia especializada, marca um pênalti inexistente em favor do time mineiro.
A melhor descrição do que houve pode ser conferida num post do blogueiro Mauro Cezar Pereira, do site ESPN.com.br:
Cruzeiro no ataque, Jonathan entra na área do Coritiba e Jaílton tenta desarmá-lo. O volante do Coxa coloca a mão no ombro do lateral cruzeirense, que por sua vez usa o braço esquerdo para se livrar do adversário. Há quem alegue que tal jogada seria falta no meio-campo. Não. Fora do Brasil não é falta nem dentro do vestiário. Seria um lance normalíssimo se fosse futebol. Mas é futebol brasileiro, amigo. E ante o contato, Jonathan faz uma... opção. Ele "prefere", "escolhe" o pênalti. Para isso, bastou parar, desistir da jogada.
Uma imagem patética complementada pelo que veio depois: a marca penal foi apontada por Paulo César de Oliveira. Com suas pífias atuações, ele assinalou sua sétima penalidade máxima em oito partidas que apitou na Série A em 2009. Média de quase um pênalti por jogo. O pessoal do Cruzeiro tem do que reclamar das arbitragens neste campeonato, claro. Como qualquer outro time o vice-campeão da Libertadores tem lá seus motivos. Mas quando PC Oliveira segura o apito, uma feliz coincidência acontecesse nos jogos do time mineiro.
O time coritibano desmoronou após o gol e na segunda etapa chegou a sofrer mais dois em falhas gritantes do setor defensivo, que contaram também com a "contribuição" da apatia de boa parte dos jogadores. O terceiro do Cruzeiro foi marcado ainda em impedimento, acabando com qualquer reação e causando manifestações de indignação nas arquibancadas.
Para que a minha glória a ti cante louvores, e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te louvarei para sempre. (Salmos 30:12)