
ARTIGOS
Observação
Vinícius Coelho, Tribuna do Paraná, 04/03/2006
Vai amanhã o Estevam até Campo Mourão, para sentir a herança que lhe deixaram. Evidentemente que virão reforços. Mas reforços mesmo e não mais jogadores somente para encher a prateleira. Acho até que seria desnecessária sua ida até lá. É só exibir os três últimos jogos do Cori que ele terá uma idéia definitiva. Mas já para se familiarizar com o ambiente e conhecer os jogadores, é uma boa.
Ontem houve a apresentação com a coletiva para imprensa. Tem gente boa no meio, mas francamente, tem profissional que não honra a profissão. Houve um que perguntou sobre o problema dele com o Diego, aquele do Palmeiras que ele mandou embora.
Francamente. O que interessa é o que ele pretende impor no Coritiba, sabendo dos problemas e das competições que ele terá pela frente. Estevam jogou no Coritiba em 78. Quem o trouxe foi seu xará, Estevam Damiani, na época diretor de futebol do clube. Era um zagueiro que não perdia a viagem. Fez boa campanha. Disciplinador, exigente e que adota um futebol forte na marcação, sem tática defensivista. Joga para frente. Vamos esperar na prática.
Empresário
Um empresário que sempre freqüenta o Coritiba foi a descoberta feita no Alto da Glória: é ele quem tira os jogadores infantis do Coritiba e do Paraná e leva para o Atlético, que não tem a divisão que prepara tais jogadores. Faz o bonzinho e aproveita o livre ingresso que agora acabou.
Para que a minha glória a ti cante louvores, e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te louvarei para sempre. (Salmos 30:12)