
FALA, COXAnauta!
Lendo alguns trechos de “A arte da guerra” de Sun Tzu, pude constatar como a estratégia de guerra é importante em um confronto como o AtleTiba deste domingo.
Creio que vale a pena gastar uns minutinhos na leitura deste trecho! Bom proveito.
Saudações Alviverdes
Hamilton Castro é Coxa-Branca de coração.
Nota: A opinião do autor não representa necessariamente a opinião da equipe de administradores do site COXAnautas, que apenas cede o espaço à publicação.
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OFENSIVA
A ofensiva é necessária para se obter resultados decisivos, bem como para manter a liberdade de ação. Uma ação ofensiva assegura a iniciativa das ações, estabelece o ritmo das operações, determina o curso do combate e explora a fraqueza do inimigo.
A iniciativa das ações permite a escolha da hora e do local da batalha, facilitando a surpresa.
Algumas vezes, uma ação defensiva será necessária, mas só deverá ser adotada como recurso temporário para uma posterior ação ofensiva.
SURPRESA
A surpresa consiste em golpear o inimigo em local, hora ou uma forma para a qual ele não esteja esperando. Ou, tendo descoberto o seu plano, não tenha tempo útil para reagir. A surpresa altera o equilíbrio das forças em combate.
A surpresa poderá ser obtida por meio da originalidade, da audácia nas ações, da velocidade da execução, do sigilo, do despistamento e da dissimulação de intenções.
Na guerra moderna, a surpresa pode ser obtida nos níveis estratégico, tático e tecnológico.
MASSA OU CONCENTRAÇÃO DE FORÇAS
A massa compreende a aplicação de forças superiores ao inimigo, em um local decisivo e em momento mais favorável à realização das ações que se tenham em vista. A aplicação deste princípio permite que forças numericamente inferiores obtenham superioridade decisiva no momento e local desejado.
ECONOMIA DE FORÇAS
A economia de forças caracteriza-se pela distribuição e emprego judiciosos dos meios disponíveis, para a obtenção do esforço máximo nos locais e ocasiões decisivos.
A economia de forças em uma parte da frente de combate permite que se obtenha massa em outra parte da frente.
Na aplicação deste princípio de guerra, deve-se evitar o emprego de meios insuficientes, o que implicaria na não obtenção do resultado desejado, ou ainda, o excesso de meios, o que caracterizaria um desperdício de forças, além do necessário para obter-se o efeito desejado.
MANOBRA
A manobra caracteriza-se pela distribuição dos meios de combate na campo de batalha, de modo a obter uma posição vantajosa em relação ao inimigo. A manobra contribui para a preservação da liberdade de ação e reduz as próprias vulnerabilidades.
A finalidade da manobra é obter o efeito desejado com um mínimo de perdas em pessoal e material. O emprego correto da manobra mantém a pressão sobre o inimigo e assegura a iniciativa.
SEGURANÇA
O princípio de guerra da segurança tem a finalidade de evitar que o inimigo se utilize da surpresa contra as nossas forças, bem como, reduzir-lhes a liberdade de ação nos ataques a pontos sensíveis de nosso território ou forças.
Esse princípio releva dois aspectos importantes:
- a obtenção de informações oportunas e precisas sobre o inimigo para o planejamento das nossas operações e para evitar-se a surpresa;
- a tratamento sigiloso de nossos planos da localização das nossas forças para dificultar a intervenção inimiga em nossas operações.
SIMPLICIDADE
O princípio de guerra da simplicidade está ligado à preparação das ordens e planos. O melhor plano é aquele que, em todos os níveis de decisão, quer do planejamento quer da execução, evidencia concepções claras e facilmente entendidas.
A simplicidade reduz a possibilidade de equívocos na sua compreensão e facilita as correções necessárias durante o combate.
Sun Tzu - “A arte da guerra”
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Para que a minha glória a ti cante louvores, e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te louvarei para sempre. (Salmos 30:12)