
FALA, COXAnauta!
Neste momento, após tudo que foi falado, não tenho muito a acrescentar com relação ao Atletiba, onde o placar diz tudo.
Alguns diziam: "Quero ver quando cruzarem com o Atlético..." Já cruzamos e deu no que deu. Como não uso de arrogância, preferi aguardar, pois o futebol apresenta situações que podem gerar um vencedor, mesmo ele sendo inferior tecnicamente. Porém, dentro da normalidade, o Coritiba não perderia o jogo, nos seus noventa minutos, da maneira como as coisas se apresentam até o momento.
Portanto, não direi que somos favoritos para o campeonato, pois isto não se define agora, mas, os números estão contabilizados. Eles vão tentar se reforçar para não deixar o Bicampeonato em nossas mãos.
Mas, na verdade, gostaria de abordar outra situação: tirando a criançada da promoção do Coxa, alguém viu torcedores do Coxa, uniformizados dentro do gramado durante o clássico? Obviamente não, pois lugar de torcedor é na arquibancada. Certo? Então, alguém me explica o que uma torcedora dos poodles (não me interessa se é da "diretoria" ou tem qualquer outra função) estava fazendo dentro do gramado, saindo do túnel dos visitantes e caminhando pelo campo, vestindo seu traje ridículo em vermelho e preto, nada original, em território rival?
Obviamente, sofreu uma série de ofensas e, ao chegar do lado oposto, em frente a sua torcida, foi ovacionada, como se tratasse de um grande feito. Uniformizados, dentro do campo, são permitidos apenas os jogadores. Se for pra ter alguém com pinta de torcedor, que seja da casa.
Será que alguém, Coxa, faria a mesma coisa na Baixada? Duvido (se alguém puder me desmentir...). Aquela senhora, atravessando o campo, com os seguranças, consciente de onde estava, só teve um objetivo: provocação.
Alguém dentro do Coritiba deve orientar ou evitar a entrada de pessoas que estejam "fora de sua casinha", literalmente.
Aliás, eles precisam muito de "adestramento". Caso houvesse uma mínima ocorrência, todos sabem o que tentariam alegar. E, depois, vem os "Paulo Selixe" da vida querendo aparecer e nos prejudicar.
Provocações são comuns nestes jogos e não chega a ser um problema. A questão é: aqui pode. E lá? Existe uma possibilidade de título, na penúltima rodada do segundo turno. Acontecendo, será liberada uma meia volta olímpica? Quem viver, verá.
Aliás, para uma equipe que se diz dez anos a frente do rival, estão precisando aprender muito...
Mauricio Dobjanski é Coxa-Branca de coração.
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