
FALA, COXAnauta!
O AtleTiba já começou
O medo e a insegurança
A semana do maior clássico paranaense, de praxe, começa agitada. Provocações de todos os lados.
Quando li uma reportagem que mostrava o preço do ingresso para o time visitante do clássico de domingo, logo pensei: “‘Qui nojera’! R$ 40,00 reais para assistir a um jogo de um campeonato fraco e mal organizado, de um jogo não decisivo, num estádio de "beisebol" adaptado ao futebol? Um absurdo!!!”
Mas não é a primeira vez que o time da Baixada apresenta sinais de medo e insegurança contra o nosso Glorioso Verdão. Reincidências já ocorreram como, por exemplo, em 2005, quando não deixaram a taça do Campeonato Paranaense entrar em campo, com medo de que a meia volta olímpica de 2004 fosse repetida.
Será que em um estádio em que cabem 25 mil pessoas, de acordo com a ‘imprensa’, terá no máximo 13.200 (12.000 + 1.200) torcedores? Ou a regra que destina 10% da carga total de ingressos à torcida visitante não será respeitada? As catracas mostrarão um numero inferior do total?
Perguntas que serão respondidas no domingo.
Agora me pergunto: Esse episódio terá troco?
A nossa diretoria (seja ela qual for) lembrará desses detalhes no próximo clássico AtleTiba que ocorrer no Alto da Glória? Bons tempos em que nos preocupávamos com a “presidência” apenas na semana do AtleTiba...
Nosso adversário agora quer "elitizar" a torcida, tentar parecer um clube europeu. Quer ver todos os torcedores vestindo ternos “Giorgio Armani”, sentados em poltronas de veludo, batendo palmas apenas para comemorar os gols, tomando champagne depois de comer picanha na churrascaria e pagando preços exorbitantes nos ingressos.
Já que querem ser europeus e "fashion", por que não revolucionar? Escolher um nome próprio? Copiar as cores e uniforme do Palermo?
Mudar de nome? Por quê? Para ter uma identidade própria!
Digitando www.atletico.com.br, cai na página do homônimo importante, o Atlético MG, o original, aquele que não precisa de um sufixo para esclarecer qual é e de onde vêm as "ironias do destino": as cores, primeiro escudo, uniforme e símbolo foram copiadas de outro time. Coisas que a história (ou a falta dela) conta.
Sorte que o Coritiba sempre teve originalidade, criatividade e cativa todos os tipos de torcedores.
Pois o meu time não é modinha, meu time é tradição!
Meu time não é meio, ele é inteiro!
Meu time não é paixão, é amor!
Meu time não é momento, meu time é história!
Meu time não é mexicano, colombiano, coreano…
Meu time é brasileiro, paranaense, curitibano!
Meu time não tem apenas uma torcida... ele tem um Império!
Meu time é o Coritiba Foot Ball Club!
Coxa, amor eterno!
Brincadeiras e “cutucadas” à parte, peço paz nas arquibancadas, nas ruas, ônibus e em toda a cidade.
Diego Rodrigo Andrade é Coxa-Branca de coração.
Nota: A opinião do autor não representa necessariamente a opinião da equipe de administradores do site COXAnautas, que apenas cede o espaço à publicação.
Para que a minha glória a ti cante louvores, e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te louvarei para sempre. (Salmos 30:12)