
FALA, COXAnauta!
Os sete pecados capitais são uma classificação de vícios usada nos primeiros
ensinamentos do cristianismo para educar e proteger os seguidores, de forma
a compreender e controlar os instintos básicos.
Assim, a igreja classificou e selecionou os pecados em dois tipos: os
pecados que são perdoáveis sem a necessidade do sacramento da confissão, e
os pecados capitais, merecedores de condenação.
Vemos então que Giovani Gionédis já está condenado. Na sua gestão, o
Presidente Pangaré conseguiu a proeza de cometer todos esses pecados
capitais. Infelizmente, quem está sendo condenado é o nosso amado Coritiba.
GULA - O desejo incontrolável
Giovani cometeu o pecado da gula quando trouxe para si todas as decisões do
Coritiba ao invés de delegar poderes. Ele é quem manda e ponto. A sua sede
de poder chegou a tal ponto que nos idos de 2004 o presidente afastou do
Clube seu "braço-direito", Domingos Moro, que era o responsável pelo futebol
alviverde. Desde então a nação Coxa só viu fracassos em campo, que culminou
com o rebaixamento em 2005 e a permanência na série B em 2006.
LUXÚRIA - Corrupção de costumes
Em inúmeras oportunidades, Giovani fez gestos obscenos para a torcida. Como
se nós torcedores estivéssemos atrapalhando os planos de GG em ferrar o
Clube.
AVAREZA - A cobiça ao dinheiro
No ano de 2005 bons jogadores estavam presentes no elenco coritibano. A
torcida estava confiante, pois um time com Fernando, Rafinha, Miranda,
Adriano e Roberto Brum certamente traria muitas alegrias. Gionédis então,
sobre o argumento do saneamento das finanças, vendeu todos esses jogadores.
Alguns até por um preço que foi julgado baixo devido a qualidade dos
atletas. O resultado dessa política de balcão de negócios foi o primeiro
rebaixamento em campo na história do Coritiba.
IRA - O ódio intenso
Gionédis foi o principal responsável pelo clima político pesado que impera
no Coritiba desde 2005. Após uma eleição turbulenta, que virou uma batalha
jurídica, o atual mandatário alviverde não poupou esforços pra lançar seu
ódio contra os seus adversários. A situação chegou a um nível tão baixo que
no ano passado o presidente aos berros ofendeu um membro da oposição numa
entrevista pelo rádio.
SOBERBA - Gosto da ostentação
O arrogante presidente fazia a tradicional política de "terra arrasada" no
Coritiba. Por diversas vezes citou que ele foi o responsável por um suposto
renascimento do Coritiba. Ele seria o precursor de uma nova era, onde o
Coritiba adentraria ao grupo dos grandes clubes internacionais. Essa nova
era não chegou, veio outra totalmente diferente, marcada pelos fracassos e
pela humilhação do clube no cenário do futebol.
PREGUIÇA - Falta de esmero
Além de vender pela primeira proposta todos os bons jogadores revelados pelo
Coritiba nos últimos anos, Gionédis cometeu o pecado da preguiça. A falta de
capricho na montagem dos elencos foi tamanha que chegou ao ponto de
contratar jogadores por imagens de DVD. Poucos, pra não falar nenhum desses
jogadores, deu certo no Coritiba.
INVEJA- O desejo pelo o que é de outro
Gionédis cometeu esse pecado quando quis comparar o Coritiba ao seu maior
rival, o A.Paranaense. Segundo palavra do próprio GG, ele estava fazendo no
clube do Alto da Glória uma revolução semelhante a que Mário Celso Petraglia
teria feito no clube da baixada. Ao tentar copiar o modelo atleticano,
Gionédis estaria querendo transformar o Coritiba em algo que ele não é. A
comparação foi inútil e inoportuna para o Coxa.
Os pecados cometidos pelo atual presidente são graves. Resta a nós a
esperança que os Deuses nos reservem um futuro tranqüilo e vitorioso, pois
se dependermos dos dirigentes do Coritiba sempre haverá muito choro e ranger
de dentes.
Rafael Moreschi é Coxa-Branca de coração.
Nota: A opinião do autor não representa necessariamente a opinião da equipe de administradores do site COXAnautas, que apenas cede o espaço à publicação.
Para que a minha glória a ti cante louvores, e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te louvarei para sempre. (Salmos 30:12)