
FALA, COXAnauta!
Tolerância Zero x Intolerância Máxima
Acompanho diuturnamente aqui de Londrina o site COXAnautas que, além de trazer informações atualizadas em tempo real, também nos brinda com comentários sempre pontuais da competente equipe de comentaristas.
Um assunto que tem me causado preocupação é a "tolerância zero" adotada a meu ver como uma política institucional do site.
Entendo ser perfeitamente aceitável e compreensível adotarmos a tolerância zero até o retorno à 1ª divisão, contudo este assunto me traz o seguinte dilema: onde termina a tolerância zero e onde começa a intolerância máxima.
A tolerância zero adotada com o propósito de não aceitar e combater as barbáries cometidas em 2005 e 2006 deve ser realmente um princípio da nação Coxa-Branca.
Devemos apenas nos policiar para que esta tolerância zero não se transforme em intolerância máxima. Enquanto a primeira pode ser benéfica em nossas pretensões de ajudar no retorno do Coxa à elite, a segunda pode trazer conseqüências maléficas e desestabilizadoras para o clube que tanto amamos e defendemos.
A diferença entre uma e outra é tão tênue quanto amor e ódio, sanidade e insanidade. A gente nunca sabe onde começa um e termina o outro.
Diogenes Balbino Kühl Lima é Coxa-Branca de coração.
Nota: A opinião do autor não representa necessariamente a opinião da equipe de administradores do site COXAnautas, que apenas cede o espaço à publicação.
Para que a minha glória a ti cante louvores, e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te louvarei para sempre. (Salmos 30:12)