
FALA, COXAnauta!
Carta aberta ao presidente: No centenário minha festa seria um título!
Festa mesmo é a feita dentro de campo! Vitórias e títulos!
Precisávamos no ano do centenário de uma grande festa, de um grande time.
Ao invés de uma festa de gala no Clube Curitibano para alguns “ricos coxa-brancas”, (os mesmos que acreditam ser donos do nosso clube), o centenário deveria ser para todos, com um time.
Trocaríamos essa festa de gala para poucos, por um atacante de gala para todos.
Trocaríamos esses shows absurdos por jogadores absurdamente habilidosos, para que o René Simões pudesse ter material humano, ou talvez, apenas um time pago em dia.
Vocês aventureiros que hoje dirigem o nosso verdão, deveriam saber que marketing de futebol é feitos de gols, e não de ilusões e besteiras como querer ter a festa do centenário no Guiness. Aliás, no Guiness estamos em primeiro na categoria A Diretoria Mais Incompetente da História.
No Couto Pereira – durante os jogos - não se vê o seu rosto, Senhor Presidente! Diferentemente do Senhor Presidente Gionédis, que está lá para ser ovacionado ou “ovado”.
A sua covardia Presidente, freqüentando os camarotes protegidos do terceiro anel, reflete a sua indiferença com a massa coxa branca.
Presidente, o que comemorar nesse Centenário?
A História do Clube nos honra, mas Vossa Excelência não honra essa História!
Curitiba, 5 de agosto do Centenário.
Elisabeth Bley Bach é Coxa-Branca de coração e sócia do Coritiba.
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Para que a minha glória a ti cante louvores, e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te louvarei para sempre. (Salmos 30:12)