
FALA, COXAnauta!
Como havia dito alguns dias atrás, antes do confronto com o Bahia pela Copa do Brasil, agora iniciamos a fase dos principais jogos, clássicos e confrontos tradicionais, atraentes ao grande público.
Quem tem acompanhado os chamados “grandes” durante a Taça Libertadores, Copa do Brasil e finais regionais, sabe que não haverá facilidade alguma, principalmente pelo fato destes times já possuírem um planejamento bem traçado para disputarem duas competições ou mais. Nosso time também se enquadra neste bloco e precisa ter em mente o que deseja em cada uma das competições. Nos, torcedores, não abrimos mão de uma entrega maior pela Copa do Brasil, já que são apenas mais seis jogos, na melhor das hipóteses. Depois vem a Copa Sulamericana...
A pergunta é: estamos realmente preparados para encarar estes torneios?
Levando em conta o nível de competição atual, sabemos que além de um elenco grande é necessário qualidade, disposição e “saúde”. Conhecemos o elenco e sabemos das carências. Porém, é possível, com alguns reforços e dedicação dos atletas atuais, tornar-se um time competitivo e tentar um vôo mais ousado. Vimos o Corinthians vencer o Atlético com dificuldade, graças ao Fenômeno; não sofremos tanto assim. Passamos com facilidade pelo CSA, fazendo sete gols; o Santos não fez um. O que quero dizer com isto, é que muitas vezes superestimamos alguns adversários e esquecemos que dentro do campo são “onze contra onze”.
Numa análise rápida, considero como superiores os times do Cruzeiro, Internacional, São Paulo, Grêmio, Sport e talvez o Palmeiras, o Botafogo, o Flamengo e o Corinthians. Mas a superioridade é relativa e vai depender de contusões, suspensões, negociações e outros fatores do próprio jogo. No mais, é tudo uma grande incógnita. O que esperamos é que o Campeonato seja jogado apenas dentro das quatro linhas e que os bastidores, cada vez menos, interfira nos resultados.
O problema maior, no nosso caso, são as arbitragens. Infelizmente, todos os anos temos problemas com algumas figuras do apito. Muitas se tornaram famosas, de forma negativa, ao longo dos torneios que a CBF patrocina. Lembro de algumas “doenças” como José de Assis “Aramengão”, José Roberto Wright, Sidrak Marin, Dalmo e Juliano Bozano, Paulo Cesar de Oliveira, Márcio Rezende de Freitas, Wilson de Souza Mendonça e outros que operaram o Coritiba, sem anestesia. Mas isto é um outro assunto.
Boa sorte a todos nós e que a partir de agora sejamos uma só voz nas arquibancadas.
Mauricio Dobjanski é Coxa-Branca de coração.
Nota: A opinião do autor não representa necessariamente a opinião da equipe de administradores do site COXAnautas, que apenas cede o espaço à publicação.
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Para que a minha glória a ti cante louvores, e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te louvarei para sempre. (Salmos 30:12)