
SÉRIE PRATA
Por Luiz Fernando B. Budant Jr - COXAnautas
Aliado a grande campanha que faz no Campeonato Paranaense de Futsal da Série Prata, o Coritiba Futsal traz também, nessas três primeiras rodadas, a eficiência do seu setor defensivo. Nessas três primeiras rodadas da competição estadual, o Coxa Futsal tomou apenas quatro gols, tem a defesa menos vazada do certame, além da menor média de gols sofridos.
“Isso significa muito e mostra que o trabalho está sendo bem feito. O time está se sobressaindo nesse quesito e não só eu lá trás, mas a composição tática defensiva da equipe está sendo muito boa. Sofremos poucos gols e vamos trabalhar cada vez mais para manter essa baixa média e para que a equipe possa sofrer cada vez menos gols na Série Prata”, apontou o goleiro Andy (foto).
“Esse bom desempenho é fruto do trabalho que estamos fazendo no decorrer das semanas. O grupo todo está focado. Estamos ainda no começo da competição e tem muita coisa pela frente ainda. O campeonato é longo e vamos buscar trabalhar dessa maneira, sempre focados e seguir com isso para a sequência da Série Prata”, emendou o ala Reiler.
Os jogadores destacaram que o bom desempenho defensivo tem, e muito, a ver com o bom aproveitamento ofensivo e, principalmente com a maior posse de bola do time alviverde nas partidas. “Quanto menos posse de bola o adversário tiver, menos perigo de gol teremos na nossa defesa. Além disso, temos criado boas chances e o principal, feito os gols que nos dão essa condição de sermos o líder isolado da Série Prata”, cravou o goleiro alviverde.
Com quatro gols sofridos em três jogos, a defesa do Coxa Futsal tem média de de 1,33 gols sofridos por partida. Com sete gols tomados, o Ampére aparece com o segundo melhor aproveitamento defensivo da Série Prata. Por outro lado, o Matelândia, com 18 e o São José dos Pinhais com 12 tentos sofridos, aparecem entre as piores defesas do certame.
(via Coritiba Futsal)
Para que a minha glória a ti cante louvores, e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te louvarei para sempre. (Salmos 30:12)