
OPINIÃO
Alma Guerreira
O Coritiba termina 2007 fazendo o que deveria ter feito com um ano de atraso. De qualquer forma, o fez de uma forma muito emocionante. Enquanto os torcedores do time da Baixada soltavam fogos de artifício, comemorando a “derrota” do Coxa, em apenas cinco minutos o Cori mudou a história do jogo e do campeonato. Coisa de time grande, de time com camisa. Camisa pesa nestas horas. São quase cem anos de camisa em jogo.
Merece um comentário a “torcida” deles contra o Cori. Pois é, faziam a festa com a desgraça alheia. Mas o futebol reservou-lhes uma agradável surpresa: cinco minutos, dois gols, uma virada, um título inesquecível. Não que a Série B seja tudo isto, mas a forma como este título foi conquistado emocionou tanto a nova geração, como a velha guarda coritibana. O Coxa está de volta, pela porta da frente.
A torcida que nunca abandona esteve no Mundão do Arruda. Fez a parte dela e ao final foi premiada com a conquista na raça do Coritiba. O time foi valente, teve raça, vergonha na cara. Coisa de time grande. A vitória sela a temporada comprovando que é o Verdão o time d’Alma Guerreira.
“A Batalha do Arruda” entrou para a história do Alviverde. O Coritiba é eterno, com sua torcida que nunca abandona e seu time de Alma Guerreira. Este é o Coritiba. Batam palmas, nós merecemos!
Coxa, eu te amo!
Luiz Carlos Betenheuser Júnior
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Para que a minha glória a ti cante louvores, e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te louvarei para sempre. (Salmos 30:12)