
CULTURA COXA
Nathalia de Oliveira Azevedo é uma pequena Coxa-Branca de apenas 13 anos que mesmo morando em São Paulo não deixa de demonstrar o seu amor pelo Coritiba, confira.
Meu amor pelo Coritiba, vem de berço. Mas não é daquelas famílias que sempre foram torcedores do Coritiba de coração, meu avô torce para o P. Clube, bem como o resto da família, meu pai nunca foi com a 'cara' desse time, e ia ao Couto Pereira com o meu Padrinho. De lá pra cá pai e padrinho juntos com o Verdão. Tanto é que a primeira camiseta do Coxa que eu ganhei foi do meu padrinho e eu o agradeço até hoje por ter feito o meu pai desistir de ser Paranista.
Morei em Curitiba até os meus 3 anos de idade, nunca tinha ido ao Couto Pereira. Por causa do trabalho do meu pai, tivemos que vim para São Paulo.
Não era muito ligada ao futebol até os meus 9 anos de idade, até que um dia fui ao Couto Pereira pela primeira vez! Pai, padrinho, prima e eu na maior alegria. Me lembro que o jogo era contra o Paysandú, ganhamos de 2x1 e aquilo para mim era inusitádo, fantástico.
Depois desse dia me apeguei ainda mais ao Coxa. Lembro do dia em que ele caiu para 2ª divisão, foi aí que fiz meu pai me levar em todos os jogos que tinha aqui em São Paulo ou até mesmo nas cidades vizinhas daqui.
Tem gente que ainda me pergunta o porque de torcer por um time que aqui em São Paulo não é tão valorizado. Respondo e de coração com uma simples frase 'Eu amo o COXA, jamais vou trocar ele por qualquer outro time'.
É isso, eu amo o meu time, longe ou perto, nas melhores ou nas piores fases de sua história.
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Para que a minha glória a ti cante louvores, e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te louvarei para sempre. (Salmos 30:12)