
BOMBA
Após a última partida do campeonato brasileiro, vários meios de comunicação acusaram a torcida do Coritiba de praticar ato violento contra um veículo de transporte coletivo. O fato, inclusive, ganhou repercussão nacional e auxiliou muito no desgaste da imagem do Cori e sua torcida perante a opinião pública.
O depoimento do motorista do ônibus, em que se encontrava a enfermeira Tânia Regina da Silva, que teve três dedos amputados após o arremesso de uma bomba caseira dentro do veículo, faz o caso ganhar novo capítulo.
Segundo seu relato ao COPE (Centro de Operações Policiais Especiais), o motorista descreve que torcedores do Coritiba estavam dentro do ônibus e que a bomba teria sido lançada por pessoas vestidas com a camisa do A.Paranaense e Flamengo.
Após o incidente, o Coritiba ofereceu todo o apoio necessário a recuperação da vítima dos vândalos, inclusive no âmbito jurídico, colocando seu departamento a disposição para prestar assistência no âmbito legal.
Para que a minha glória a ti cante louvores, e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te louvarei para sempre. (Salmos 30:12)