
CASO CAIO
Autor de uma situação polêmica ao sair antes do fim do treinamento realizado pela manhã de terça-feira, no CT Bayard Osna, o meia Caio (foto) falou à imprensa sobre o ocorrido. O jogador ficou insatisfeito após não estar escalado nem no time reserva que fez um coletivo ontem e saiu do campo de treino, deixando o CT logo a seguir.
Nesta quarta-feira, a imprensa especializada noticiou detalhes do ocorrido e entrevistou o jogador, dirigentes do Departamento de Futebol e o treinador René Simões. Confira:
Gazeta do Povo Online/Eduardo Luiz Klisiewicz
“O que eu sei é que o Caio se afastou do clube pela manhã. Não consegui falar com ele durante o dia, mas sei que não houve nenhuma briga propriamente dita. Vou ver ainda o que aconteceu e ouvir a justificativa dele” João Carlos Vialle.
“É preciso dizer que dentro da vida desportiva ninguém pode fazer isso. Se você é contratado para determinada função e seu superior diz que você não poderá fazê-la na próxima semana, você não vai levantar e abandonar teu local de trabalho”. João Carlos Vialle.
“Não tá no contrato de ninguém que ele (o jogador) é contratado para ser titular e nem para ter tratamento diferenciado. Isso não existe nem na seleção brasileira. Mas vamos analisar o caso com calma. Se não houver uma boa justificativa, ele naturalmente vai sofrer as sanções cabíveis”. João Carlos Vialle.
"Ele tava no aquecimento e depois disso, que definimos os times, ele saiu. Não sei porque ele fez isso. Minha autorização ele não pediu". René Simões.
O jogador Caio foi procurado durante a tarde de terça-feira pela reportagem Gazeta do Povo Online, mas não foi localizado para comentar o caso.
Gazeta do Povo Online/Eduardo Luiz Klisiewicz/Robson de Lazzari
“Se não estou nem no time de baixo o melhor é ir embora”. Caio.
“Vou esfriar a cabeça e conversar amanhã (hoje) com o presidente (Giovani Gionédis)”. Caio
“Estou cumprindo meu contrato (vai até o fim de 2007), mas desde quando voltei não conversei com o presidente ainda sobre isso e também não recebi nada. Só que nunca reclamei de salário, o que sempre quis foi mesmo ajudar o Coritiba”. Caio.
“Mandaram-me fazer um teste em um aparelho e eu provei que estava ótimo fisicamente. Não sei o que ele (René Simões) quer, mas se não estou nem no time de baixo é porque não estou servindo”. Caio
“Vou esperar para saber dele o que houve. Não havia autorização minha para ir embora”. René Simões.
Tribuna do Paraná/Rodrigo Sell
“É uma falta de respeito até com os companheiros, que continuaram trabalhando sem reclamar”. Maurício Cardoso, supervisor de futebol do Verdão.
Para que a minha glória a ti cante louvores, e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te louvarei para sempre. (Salmos 30:12)