
JUSTIÇA?
Matéria assinada pelo jornalista Márcio Reinecken na última quarta-feira,23, dá conta que o Coritiba tentará anular a decisão da turma do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) que realizou o primeiro julgamento ou até mesmo uma absolvição preliminar. A alegação é de que a defesa do Cori foi cerceada.
O fato do julgamento ocorrer antes da conclusão do inquérito policial instaurado para identificar e punir os vândalos é um dos principais argumentos, inclusive foi o mesmo utilizado para tentar adiar o primeiro julgamento.
“Pedimos a anulação do processo”, disse o advogado René Dotti, ao jornalista. Dotti vai ao Rio, no fim de janeiro ou começo de fevereiro para dividir a sustentação oral com o outro advogado do Cori, José Mauro Couto Filho. “O clube fez tudo que era possível ele fazer (para a prevenir os fatos)”, completou.
Caso o pedido seja aceito, o processo irá para outra comissão disciplinar com outro relator. Com isso o julgamento começaria do zero e além de ter uma pena menor, o Coxa ainda teria direito a mais um recurso. Em caso de negativa, tudo pemaneceria como está e o clube ainda teria o recurso para julgamento no pleno do STJD.
No pedido novos documentos foram anexados para comprovar que o fosso do Couto Pereira é um dos maiores do Brasil e reiterado que o Couto não teve nenhum problema disciplinar nos últimos meses. Este fato, inclusive, foi totalmente ignorado no primeiro julgamento mesmo que esteja descrito no artigo 180 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva que ele deve servir como atenuante da pena.
“O que parece mais flagrante é o fato de não ter sido observado os bons antecedentes do estádio. Com ele, o Coritiba deveria ter sido punido com a pena mínima. Tanto que nem a procuradoria colocou algum agravante (além do ocorrido após o jogo contra o Flu)”, afirmou Dotti ao jornalista.
Para que a minha glória a ti cante louvores, e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te louvarei para sempre. (Salmos 30:12)