
Os jogadores do Coritiba começaram a semana de trabalho com um "puxão de orelhas" do presidente Giovani Gionédis e do secretário do conselho administrativo do clube, Domingos Moro. Antes do treino de ontem à tarde, eles tiveram uma reunião de uma hora com os dirigentes, que abordaram a apresentação da equipe na derrota de virada para o Fluminense.
Gionédis revelou que a primeira cobrança aconteceu ainda no Maracanã, logo depois do "desastre do Maracanã", como o próprio presidente coxa se referiu à derrota para o Fluminense.
A segunda reunião foi a de ontem, no CT da Graciosa. Apesar das críticas, o presidente alviverde reiterou a confiança na classificação à Libertadores da América e estipulou outra meta para a equipe. "Quero terminar o campeonato em terceiro lugar para ficar com a premiação de R$ 500 mil. Temos compromissos financeiros para pagar e esse dinheiro seria importante para isso", afirmou.
Para alcançar esse objetivo, o clube oficializou ontem uma intertemporada em Foz do Iguaçu durante o período em que o Campeonato Brasileiro estiver parado devido aos jogos da seleção brasileira pelas Eliminatórias. A delegação coxa-branca parte amanhã e volta na próxima quinta-feira, dois dias antes do confronto com a Ponte Preta, no Alto da Glória.
Além disso, na visão do dirigente, os trabalhos em Foz seriam uma forma de adaptação ao calor do Nordeste, onde o Coritiba enfrenta em seqüência Vitória e Fortaleza.
Para que a minha glória a ti cante louvores, e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te louvarei para sempre. (Salmos 30:12)