
OPINIÃO
Diplomacia
As péssimas atuações dos árbitros Wagner Tardelli e Carlos Eugênio Simon, nos dois últimos jogos do Coxa, obrigam a diretoria alviverde a tomar medidas imediatas. Além de um representação formal contra os juízes das partidas, no STJD, é necessário começar a realizar um trabalho preventivo na fonte de todos os problemas. A CBF.
Por ter ficado ausente da 1.ª divisão durante dois anos consecutivos, o Verdão ficou afastado do “círculo do poder” do futebol nacional. Agora, é preciso recuperar o tempo perdido e buscar uma reaproximação com os homens que mandam no futebol brasileiro, pois são eles que escalam os árbitros que vão para os sorteios, que decidem quando um clube ou jogador será punido e até mesmo quem será beneficiado ou prejudicado pela entidade.
Um exemplo a ser seguido é o do Internacional, de Porto Alegre, que aprendeu a usar bem esse tipo de “lobby” político. Depois de perder um título brasileiro graças a erros de arbitragem, o clube gaúcho realizou um trabalho de aproximação com a diretoria da CBF. Graças a força que ganharam nos bastidores, eles pararam de ter problemas extra-campo e puderam se preocupar apenas com a disputa de títulos. Os resultados foram tão bons que, hoje em dia, o ex-presidente do clube, Fernando Carvalho, se tornou uma espécie de “embaixador” do Inter na CBF.
Apesar de ser um trabalho que obtém resultados à longo prazo, ele precisa ser iniciado, imediatamente, pelo Coritiba. Precisamos, com urgência, começar a ter um bom relacionamento com a cúpula que administra o futebol brasileiro.
Reunião
Na próxima reunião do Conselho Deliberativo do Coritiba, os planos da diretoria para as categorias de base do clube devem ser apresentados. A compra de um terreno para construção de um CT, de uso exclusivo do departamento de futebol amador, é o “carro-chefe” do projeto que os conselheiros irão conhecer.
Leandro Requena
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Para que a minha glória a ti cante louvores, e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te louvarei para sempre. (Salmos 30:12)