
Em programas de televisão e jornais há algumas reportagens sobre o tumulto ocorrido no Domingo, na festa do 31º título do Coritiba. Na maioria deles, a PM é ouvida e conta uma história de que todos estavam embriagados e havia uma situação generalizada de violência contra a polícia.
O mais curioso é que no programa da Rádio Transamérica, a rádio que estava com o pessoal em cima do trio elétrico na festa, os jornalistas defenderam a torcida do Coritiba com unhas e dentes, repudiando a atitude do comando policial.
Quem estava lá viu. Não há dúvidas. O torcedor que foi agredido injustamente deve se manifestar. Escrever para jornais, mandar e-mails para programas de televisão.
Inclusive, o policiamento já estava a par da programação, que foi definida em reuniões durante a semana, mas não permitiu que o carro de bombeiros com o time campeão voltasse até o Couto, como estava previsto. Depois acabaram com a festa no estacionamento. Será que tem alguma preferência clubística no comando da operação? Ou seria coincidência apenas?
Hoje, às 12h30, no programa do Ricardo Chab, no SBT, o Presidente da Império Alviverde estará debatendo com um Coronel da Pilícia Militar sobre o ocorrido. O torcedor pode preservar seus dados pessoais, mas os prejudicados não podem se omitir.
Algumas dezenas de pessoas causaram tumulto? Por que 6 mil pessoas devem pagar por isso?
Para que a minha glória a ti cante louvores, e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te louvarei para sempre. (Salmos 30:12)