
OPINIÃO
Eleição
A expectativa era grande, mas até agora, a realidade ficou aquém do esperado. Três chapas disputam a presidência do Coritiba: a de Domingos Moro, a de Jair Cirino e a de João Carlos Vialle.
O clima no Alto da Glória, varia entre o frio e o morno. De um lado, partidários deste ou daquele lado “puxam a sardinha para a sua brasa”. Nada mais natural; do outro lado, uma grande multidão de torcedores ansiosos por novidades que não apareceram. Ficam reféns da expectativa. Será que vai?
A arrumação da casa no Alto da Glória tem que começar com o básico: organizar o futebol. Lógico, variantes da bola em si contam.
O exemplo São Paulo é bem simples e aplicável em seu conceito: a formação da categoria de base, inclusive a formação pessoal, não só esportiva; montagem de um elenco com características de esporte de alta competição, com fisiologistas, preparadores físicos, médicos, nutricionistas definindo um biotipo ideal para o time ter uma cara — o que serve de perfil para contratações; um bom treinador para organizar o time; marketing arrojado: vitórias e títulos trazem dinheiro e assim o clube não depende só da receita da TV e das transações de jogadores.
Votar para presidente do Coritiba está sendo como comprar um apartamento na planta. Haja credibilidade para vender, hein?
Coxa, eu te amo!
Luiz Carlos Betenheuser Júnior
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Para que a minha glória a ti cante louvores, e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te louvarei para sempre. (Salmos 30:12)