
TRIBUNAIS
Alguns jogadores que passaram pelo Coritiba decidiram processar o clube junto à Justiça do Trabalho, pois os encargos que lhe seriam devidos não teriam sido pagos corretamente pelo Alviverde.
Marcelo Batatais é um exemplo. O jogador já ajuizou a reclamatória trabalhista, que corre na 17ª Vara do Trabalho do Capital, sob o nº 10650/2007. O advogado do jogador é o Dr. Mafuz Antônio Abrão (conhecido publicamente como Augusto Mafuz).
Além de Batatais, outros jogadores que estiveram no Coritiba em 2006, como Jefferson e Alberto, podem estar seguindo o mesmo caminho.
Velho problema
O lateral-esquerdo Dutra, que passou por aqui em 99/2000, acabou por vencer reclamatória trabalhista contra o clube, no valor de R$ 220 mil. O goleiro Gilberto, que jogou no Coxa nesta mesma época, foi outro que ganhou uma ação de grande montante na Justiça do Trabalho - valor próximo a 1 milhão de reais.
Já o processo trabalhista ajuizado pelo meia Djames ainda está em execução. Fontes extra-oficiais dão conta que, atualmente, um oficial de justiça encontra-se com um mandado de citação na mão, para exigir do Clube, em 48 horas, o pagamento de R$ 800 mil, ou para penhorar bens apresentados pelo Coritiba (ou localizados pelo próprio oficial de justiça, na hipótese do clube não oferecer bens à penhora, ou o exequente não concordar com os bens oferecidos), de modo a garantir o adimplemento da dívida reconhecida na Jutiça do Trabalho.
Não sei
O site COXAnautas buscou confirmação destas informações junto a fontes credenciadas do Coritiba, que, no entanto, não entraram em detalhes. Genericamente, uma dessas fontes declarou que processos dessa natureza não constituem propriamente novidade na vida do Clube, e que a futura negociação de jovens valores revelados nas categorias de base deverá produzir os recursos necessários para a cobertura desses e de outros débitos eventualmente existentes.
Opinião COXAnautas
Um dos grandes trunfos alardeados aos quatro ventos pelos membros da atual administração é o de estar sanando as finanças do Coritiba, quitando as dívidas já existentes nas gestões anteriores.
O trunfo parece começar a cair por terra, pois o prejuízo atual decorrente em grande parte da perda da receita da televisão, somado às novas dívidas trabalhistas que passam a ser constituídas, deixam o clube em uma situação caótica, bastante parecida com aquela que os atuais diretores afirmam ter encontrado quando assumiram o Cori.
A diferença é que eles assumiram um Clube com uma situação financeira muito complicada, mas que fazia parte da Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro.
Para que a minha glória a ti cante louvores, e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te louvarei para sempre. (Salmos 30:12)