
COXANAUTAS
Ao site COXAN@UTAS e à torcida do CORITIBA
Inicialmente gostaria de cumprimentar-lhes pelo excelente trabalho desenvolvido em prol do CORITIBA FOOT BALL CLUB. Acompanho diariamente as informações fornecidas e inclusive já me cadastrei como um “Coxan@uta”, a fim de poder votar nas pesquisas e aumentar meu grau de participação.
A lisura e imparcialidade com que são tratados os mais importantes assuntos de nosso Clube são elogiáveis e os assuntos abordados (sempre oportunos) cumprem o dever de bem informar e de interagir com o maior patrimônio da Associação, sua imensa torcida.
De outro lado, agradeço o registro de minha humilde opinião (Futebol/Pr) a respeito da denominação “Monumental do Alto da Glória”, fruto exclusivamente de minha condição de torcedor, associado, ex-dirigente e Conselheiro Vitalício do CORITIBA.
Conheço a origem da “idéia criada” e, como toda a “idéia”, há os que com ela concordam e os que dela discordam. Fico no segundo grupo, emitindo minha opinião, que passo a justificar, pelo respeito que o site merece e por ser, também, Coxa-Branca.
A denominação “Monumental”, embora mereça todo o respeito, por sua origem e autoria, não dever ser tratada como “idéia”, pois, assim, implicaria em idealização, ineditismo, novidade. O termo já existe e é consagrado em duas praças esportivas, o “Monumental de Nuñes” e o “Olímpico Monumental”, apropriados aos estádios do River Plate (Argentina) e do Grêmio porto-alegrense. Já é o bastante e suficiente!
Nosso estádio, realmente construído com recursos próprios e advindos de torcedores e beneméritos (ao diverso de outros), fruto de gestões administrativas maravilhosas (leia-se Major Antônio Couto Pereira, Arion Cornelsen e Evangelino Costa Neves), em suas diversas etapas edificativas, contou com a participação de ilustres Coxas-Brancas, individuais e familiares (com destaque especial para a família Mauad, entre outras). Noutros tempos, revitalizado pelas diretorias Bayard Osna e Giovani Gionédis.
Às suas denominações de “Belfort Duarte” e de “Major Antônio Couto Pereira”, foi, carinhosamente, adicionado o “Alto da Glória”, inédito, singular e único, fruto do nome do bairro de localização e incluso em nosso hino oficial (com inteligência e apropriado plural nas glórias, que são tantas, passadas, presentes e futuras).
A “Glória” é o máximo que se pode atingir ou almejar. E o “Alto” dessa “Glória” é o cume maior, o ápice, o apogeu. Nada mais a acrescentar ou a adicionar. O “Alto da Glória”, por si só é um monumento de engenharia, de projeto (à época de sua concepção), de significado e de história. Não é e nunca será “Monumental”, pois já se tornou maior que tal, é o “glorioso nas alturas”.
“Monumento é coisa dos humanos, glorioso é cenário dos sublimes e celestiais...”.
Respeitando sempre as opiniões contrárias, registro a minha e lhes envio, bem como a todos os torcedores do “glorioso” (e não do monumental), um abraço da “metade verde de meu coração branco”.
Domingos Augusto Leite Moro, em Curitiba, aos 25 de junho de 2005.
Para que a minha glória a ti cante louvores, e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te louvarei para sempre. (Salmos 30:12)