
TOMA LÁ, DÁ CÁ!
João Jacob Mehl, ex-Presidente do Coritiba, falou à imprensa na tarde de quarta-feira, rebatendo as acusações feitas por Giovani Gionédis na entrevista coletiva de segunda-feira. Confira os principais pontos abordados por Jacob, transcritos da matéria desta quinta-feira, 30, do jornal Tribuna do Paraná:
Gionédis
“Eu perdôo ele por três motivos: primeiro, eu imagino o momento que ele passa pois sei como é; segundo, ele não sabe o que fala porque disse que, se os crimes não tivessem prescrevido, o Evangelino estaria preso. Quatro meses depois, convidou o Evangelino para a diretoria. Proibiu o Hidalgo de ir ao Couto e disse para ele não incomodá-lo senão contaria todos os podres e, terceiro, ele não conhece o Coritiba.”
Dívidas
“Quero saber quantos presidentes compraram o que eu comprei. Os jogadores que eu comprei renderam US$ 20 milhões e alegam que eu deixei R$ 14 milhões de dívidas? Herdei uma dívida anterior e tive que pagar 370 processos para abrir conta em banco e nem por isso questionei os ex-presidentes. Tínhamos uma dívida de R$ 7 milhões com o dólar a 0,93. Quanto se arrecadou no Coritiba depois que eu saí?”
Ajuda
“Após a partida contra o Ituano, que eu achava chave, liguei para o Gionédis e perguntei se ele queria ajuda. Eu achava que tinha que mudar muitas coisas, inclusive o técnico. Ele me chamou para uma reunião e exigiu que o Tico Fontoura e o Marcos Hauer ocupassem as vagas na diretoria no lugar do Evangelino e do Luís Guilherme de Castro. Eu não aceitei.”
Expulsão
“Se existe algum dano que eu tenha feito ao Coritiba que me levem ao conselho de ética. Não sei o que o Gionédis quer dizer com caixa-preta contra mim. Dei muito ao Coritiba e perdi patrimônio.”
Intenção
“Não sou candidato e não quero participar de mais nada. Eu sou um homem público, tenho família, um comércio e mereço respeito.”
Para que a minha glória a ti cante louvores, e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te louvarei para sempre. (Salmos 30:12)