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O jornalista Róbson de Lázzari assina matéria sobre a situação complicada que envolve o Coritiba em ações na Justiça do Trabalho. A nova diretoria Coxa contratou um escritório de advocacia para tratar exclusivamente deste assunto. Acredita-se que sejam mais de 300 ações contra o Clube, somando-se funcionários de todas as áreas da instituição.
Segundo declaração do Diretor Jurídico do Clube, Gustavo Nadalin, “Esse é um número aproximado. Mas não é muito maior do que qualquer outro clube”.
Na matéria, fica destacado que o maior problema do Coxa na área de Justiça do Trabalho estaria concentrado em processos mais recentes, da administração de Giovani Gionédis, durante a temporada de 2007. Neste período, 16 atletas foram dispensados. "Há a desconfiança que vários atletas liberados durante o ano passado não receberam o que tinham direito pelas rescisões contratuais e se ainda não buscaram o caminho judicial, estariam com a “faca e o queijo” nas mãos para fazê-lo", diz a matéria.
Depois de concluída a auditoria jurídica, a situação será externada aos sócios e conselheiros do Clube, promete Nadalin. “Não podemos adiantar nenhuma informação. Por enquanto esse escritório, que é um dos melhores do estado, está trabalhando em uma auditoria para nós. Assim que o levantamento estiver completo os sócios e conselheiros do Coritiba serão informados do assunto”.
Para o advogado Fernando Barrinuevo, indicado pelo escritório Pereira e Gionédis (que atendia o Coritiba até dezembro do ano passado), "não existem tantos problemas assim".
“Todas as rescisões feitas com jogadores que não seriam mais aproveitados no departamento de futebol foram amigáveis”, afirmou Barrinuevo ao jornalista. “Às vezes, depois de selado o acordo e o jogador desvinculado do Clube, ele entra na Justiça pedindo algo que não estava acordado. Qualquer um pode entrar na Justiça”, destacou.
Para que a minha glória a ti cante louvores, e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te louvarei para sempre. (Salmos 30:12)