
MAUAD FALA
O jornalista Lycio Vellozo Ribas assina matéria no Jornal do Estado com uma entrevista do ex-dirigente Édison Mauad (foto), que na quinta-feira, 27, deixou o cargo no G9 do Coritiba.
“Foi uma decisão de ordem pessoal”, disse Mauad, sem entrar em detalhes. Para a função de Mauad - que era o homem forte no futebol na diretoria coritibana -, ficará interinamente o conselheiro Homero Halila, que também é integrante do G9 Coxa. “Halila é um bom apaziguador, um cara calmo”, avaliou Mauad.
Segundo a matéria, Édison Mauad negou que o atrito com o coordenador de futebol do Verdão, Tonico Xavier, que havia sido demitido por ele na quarta-feira tivesse ligação com o seu afastamento do Coritiba. “Os maus resultados coincidiram com coisas que estavam para acontecer, e aconteceu tudo de uma vez”, afirmou Mauad.
O ex-diretor do Alviverde comentou as saídas de TX e dele próprio. “Para eu continuar no Clube, não podia ter ele lá. Se eu soubesse que ia sair hoje (ontem), não ia mandá-lo embora, talvez ficasse melhor”, esclareceu Édison.
O ex-dirigente do Cori falou dos motivos que levaram ao atrito com o ex-coordenador de futebol, que havia sido indicado por ele mesmo na primeira quinzena de janeiro - Mauad e Tonico já haviam trabalhado juntos no Coxa. “Ele (Tonico Xavier) começou a extrapolar, aquela coisa de decidir e fazer. Ele podia olhar, gostar e discutir, pois o G9 não abre mão de participar”, explicou Mauad.
O ex-diretor do Coritiba também destacou um dos motivos que podem trazer mais problemas à gestão do Clube: o excesso de debate entre os próprios dirigentes. “É o grande defeito do G9, quando tem nove pessoas para opinar, fica complicado, sempre tem dois ou três não satisfeitos”, disse Mauad.
Para que a minha glória a ti cante louvores, e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te louvarei para sempre. (Salmos 30:12)